INCLUSÃO: ATIVIDADES COM O NÚMERO 4

EXERCÍCIOS COM O NÚMERO 4

 

ATIVIDADES COM O NÚMERO 4

 

EXERCÍCIOS COM O NÚMERO 4
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INCLUSÃO: ATIVIDADES COM O NÚMERO 3

EXERCÍCIOS COM O NÚMERO 3

 

ATIVIDADES COM O NÚMERO 3

 

EXERCÍCIOS COM O NÚMERO 3
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INCLUSÃO: O PLANO DE INTERVENÇÃO PARA UM INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UM CORAÇÃO MONTADO COM PEÇAS DE QUEBRA CABEÇA

 

O PLANO DE INTERVENÇÃO PARA UM INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Cada criança ou adulto com autismo é única e, portanto, cada um plano de intervenção autismo deve ser adaptado para atender às necessidades específicas.

A intervenção pode envolver tratamentos comportamentais, medicamentos ou ambos. Muitas pessoas com autismo têm condições médicas adicionais, tais como distúrbios do sono, convulsões e problemas gastrointestinais e estes aspectos tem que ser levado em conta quando pensamos nas intervenções comportamentais.

Intervenção comportamental intensiva precoce envolve toda a família de uma criança, trabalhando em conjunto com uma equipe de profissionais. Em alguns programas de intervenção precoce, terapeutas entram em casa para prestar serviços e ajustar a rotina da família.

Ao entrar na escola, devemos ter uma preocupação com o treinamento das habilidades sociais e com as estratégias de ensino que serão adotadas.

Nos adolescentes, temos que nos preocupar com o acompanhamento psicológico para que eles possam ampliar a sua interação social e lidar com as questões inerentes deste período do desenvolvimento garantindo uma transição tranquila que levem a maturação, independência a atuação produtiva no mercado de trabalho.

A intervenção precoce e o ensino pré-escolar deve se preocupar nas principais áreas afetadas, ou seja, as habilidades sociais, linguagem, comunicação, imitação, habilidade de jogo, a vida diária e as habilidades motoras onde a criança possa desenvolver estas habilidades interagindo com os seus pares que apresentam desenvolvimento típico.

No ensino fundamental, a alfabetização exige um trabalho conjunto entre família e escola para que este indivíduo possa transferir a aprendizagem de um contexto para outro. Muitos alunos com autismo podem necessitar de planos de adaptação curriculares individualizados que, além de prever os conteúdos didáticos, levem em conta o desenvolvimento de habilidades e competências.

A escolha do método de alfabetização não é um consenso entre os especialistas. O mais importante é que o professor domine o método a ser adotado.

No Brasil, o construtivismo que é o método mais indicado nos parâmetros curriculares nacionais não seria o mais indicado pois a criança com autismo tem dificuldades de refletir sobre a própria escrita. Alguns professoras colocam que tem mais facilidade na utilização de métodos sintéticos (alfabético, silábico e fônico) do que com métodos analíticos ( palavração, sentenciação e método global).

Professores de alunos com transtorno do espectro autista, colocam que pelo método fônico as crianças aprendem a letra e  o som que ela produz e, mesmo os alunos não verbais, podem ver o movimento que é feito para emitir algum som facilitando a aprendizagem.

Na vida adulta, a nossa preocupação deve ser a independência para o posterior ingresso no mercado de trabalho de forma produtiva.

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INCLUSÃO: COMO CRIAR REGRAS E NORMAS COM AS CRIANÇAS?

IMAGEM DE TRÊS CRIANÇAS BRINCANDO COM BLOCOS COMAS LETRAS ABC

 

COMO CRIAR REGRAS E NORMAS COM AS CRIANÇAS?

 

Toda a criança, apresentando ou não alguma necessidade especial, necessita de normas e regras para poder funcionar de forma adaptativa na sociedade. Contudo, estas devem ser claras e concretas se referindo a situações que acontecem no tempo, espaço, trato com as pessoas e objetos.

Ao formular estas normas e regras temos que ter claro a idade e o nível de maturidade da nossa criança.

Ao dar estas ordens, temos que estar seguro que eles estão escutando e que estão atentos. Temos que expressar claramente o que  queremos que  ele faça, devemos falar de forma firme mostrando que estamos seguros em relação aquilo que estamos solicitando e respeitar o tempo da criança, ou seja, ao dar uma ordem esperar um tempo para que ele execute sempre elogiando quando está foi feita ou ele tentou fazer.

As vezes, as crianças não obedecem porque não compreenderam as ordens ou porque foram dadas muitas ordens seguidas. Nossa postura corporal é muito importante pois temos uma linguagem corporal que transmite, apesar da fala, nossa aprovação ou descontentamento.

Quando transmitimos uma ordem com insegurança ou de forma pouco convincente, é a mesma coisa que estarmos falando com uma parede.

Temos, em muitas situações, o defeito de perguntar ao invés de ordenar. “Quando você vai lavar as mãos” e “vá lavar as mãos” são expressões completamente diferentes. Uma deixa, claramente, a criança livre para fazer quando quiser e a outra diz que ela deve fazer naquele momento.

Outro cuidado que temos que ter é com as normas incoerentes. Em um dia a criança é cobrada que deve lavar as mãos antes de comer mas, em outro, a mãe está com pressa e diz para ele comer logo que tem que sair e não precisa lavar as mãos pois estão limpas.

Em aula, ele segue uma rotina onde tem que guardar todos os brinquedos antes de sair mas, hoje, bate mais cedo e a professora está com pressa. Então manda ele sair rapidinho dizendo que depois ela arruma.

As ordens não são cumpridas pois as pessoas tem diferentes ordens, para diferentes momentos e interpretadas de diferentes formas. Com o tempo, a criança se acostuma a desobedecer pois acaba percebendo que se deixar de fazer aquilo que foi solicitado, não haverá consequência, ou seja, nada irá acontecer.

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