INCLUSÃO: O AUTISMO E AS CONDIÇÕES MÉDICAS QUE DEVEM SER LEVADAS EM CONTA

IMAGEM DE UM MENINO COM MUITO SONO E PARECENDO ESTAR COM DOR DE CABEÇA

 

O AUTISMO E AS CONDIÇÕES MÉDICAS QUE DEVEM SER LEVADAS EM CONTA

 

Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) relata que as crianças com transtorno do espectro do autismo, e outros transtornos do desenvolvimento, tem maiores chances de apresentar algumas condições médicas associadas tais como: asma, eczemas ou alergias de pele, alergias alimentares, dores de cabeça, diarreia crônica ou colite (inflamação do cólon).

Muitas pessoas afetadas pela transtorno do espectro do autismo demonstram dificuldade em adormecer e manter o sono durante a noite, o que afeta até quatro em cada cinco crianças.

Os problemas do sono mais comuns envolvem dificuldade em adormecer e repetidos despertar durante a noite. Algumas crianças têm prolongados despertares noturnos ou despertam muito cedo pela manhã.

Sabemos que o sono interrompido e insuficiente pode resultar em sonolência diurna, problemas de aprendizagem e problemas comportamentais, tais como hiperatividade, desatenção e irritabilidade.

Existem muitas razões potenciais para a falta de sono em crianças com autismo, incluindo aspectos neurológicos, comportamentais e problemas médicos associados. Alguns estudos iniciais sugeriram alterações nos sistemas cerebrais que regulam o sono. Outros estudos estão analisando os níveis de hormônios como a melatonina, que é conhecido por afetar o sono.

Os problemas de sono decorrem de diversos fatores, tais como: a falta de uma rotina de sono regular, vários despertares noturnos que dificultam retomada do sono, problemas médicos, refluxos gastrointestinais, epilepsia, ansiedade, entre outros.

Para ajudar o indivíduo a dormir melhor podemos adotar hábitos como horário certo para dormir e acordar, cuidar a luminosidade mantendo uma luz baixa, dormir de 7 a 8 horas por noite, desligar computadores e televisores 30 minutos antes de dormir e oferecer um lanche leve antes de dormir.

Fonte: Autism Speaks.

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INCLUSÃO: PORQUE MEU FILHO PERDEU O DIAGNÓSTICO DE AUTISMO? FOI UM ERRO DE DIAGNÓSTICO?

imagem de um menino de cabeça abaixada pensando

 

PORQUE MEU FILHO PERDEU O DIAGNÓSTICO DE AUTISMO? FOI UM ERRO DE DIAGNÓSTICO?

As pesquisas comprovam que um pequeno grupo de indivíduos, que apresentam um diagnóstico de transtorno do espectro autista, progrediram em seu desenvolvimento a ponto de não satisfazerem mais os critérios para o diagnóstico de TEA.

Existem várias teorias a respeito do porque isto acontece. Eles incluem a possibilidade de um diagnóstico errado inicial e a possibilidade de que o sucesso do tratamento pode, em alguns casos, produzir resultados que já não satisfazem os critérios para um diagnóstico de transtorno do espectro do autismo.

Você também pode ouvir sobre crianças diagnosticadas com autismo que atingem status de autismo de alto funcionamento. Isso significa que eles apresentam resultados altos nos testes de QI, poucas comorbidades que afetam o funcionamento adaptativo, foram incluídos em escolas que valorizaram suas habilidades e respeitaram as sua individualidades  mas, mesmo assim,  ainda tem sintomas leves sobre traços da  personalidade e nos itens inclusos nos testes de diagnóstico.

Algumas crianças que já não cumprem os critérios para o diagnóstico de transtorno do espectro do autismo são posteriormente diagnosticado com déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno de ansiedade ou com a Síndrome de Asperger que atualmente não se aplica mais com as novas orientações do DSM-V.

Atualmente, não sabemos qual é a percentagem de pessoas com autismo vai avançar para o ponto onde eles “perdem o seu diagnóstico”.  Nós precisamos de mais pesquisas para determinar quais os fatores genéticos, fisiológicos ou de desenvolvimento pode prever quem vai alcançar tais resultados.

Sabemos que a melhora significativa nos sintomas de autismo é mais frequentemente relatadas em conexão com intensa intervenção precoce, embora no momento, não podemos prever quais crianças terão essas respostas à terapia.

Sabemos também que muitas pessoas com autismo passar a viver uma vida independente  e que todos merecem a oportunidade de trabalhar de forma produtiva, desenvolver relacionamentos significativos e aproveitar a vida. Com a melhoria das intervenções e apoios disponíveis, as pessoas afetadas pelo autismo podem ter melhores resultados em todas as esferas da vida.

Fonte: Autism Speaks.

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