INCLUSÃO: OS MEDICAMENTOS E O AUTISMO

IMAGEM DE UM MENINO OLHANDO PARA UM ESPELHO COM A SUA IMAGEM REFLETIDA

 

OS MEDICAMENTOS E O AUTISMO

Medicamentos para o tratamento de autismo são mais eficazes quando utilizados em conjunto com terapias comportamentais. Idealmente, os medicamentos são um complemento a outras estratégias de tratamento.

Não existem um medicamento que, comprovadamente, melhore as dificuldade de comunicação, os desafios sociais e o comportamento repetitivo. Além disso, o que funciona bem para um indivíduo pode não funcionar para outro.

Atualmente, a risperidona e o aripiprazol são utilizados para aliviar a irritabilidade geral, melhorar a sociabilidade, reduzir os acessos de raiva, as explosões de agressividade e os comportamentos de autoagressão.

Atualmente, temos visto uma explosão de medicamentos sendo indicados para a utilização nos casos de autismo mas, muitos deles, não tem aprovação das agências reguladoras.

Existem, ainda, vários medicamentos aprovados para o tratamento de transtornos de ansiedade e depressão, em crianças e adultos, que ainda carecem de estudo para demonstrar a sua eficácia no uso para aliviar as dificuldades sociais da pessoa com autismo.

Estes medicamentos não funcionam para todos, e alguns medicamentos têm efeitos colaterais. E, como mencionado acima, cada pessoa pode responder de forma diferente aos medicamentos. Além disso, alterações em resposta a um medicamento pode ocorrer com o tempo, mesmo quando a dose não é alterado. Com o tempo, algumas pessoas desenvolvem tolerância (quando um medicamento deixa de ser eficaz) ou sensibilização (quando os efeitos secundários pioraram) aos medicamentos.

FONTE: Autism Speaks

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Grupo formado por professores para divulgação de trabalhos na área da educação especial.