INCLUSÃO: A LINGUAGEM DA CRIANÇA AUTISTA

 

IMAGEM DO LOGOTIPO DO AUTISMO

 

A LINGUAGEM DA CRIANÇA AUTISTA

A comunicação de uma criança com transtorno do espectro autista pode ser prejudicada pois, em muitas situações, ela não vê motivo para interagir com o outro. Aquilo que não tem relação com o concreto, muitas vezes, não é entendido.

Autistas tem dificuldades com as estruturas da linguagem como a interpretação, pontuação, verbos de ligação e adjetivos.

Temos que ter claro que a fala é diferente de linguagem e, consequentemente, diferente de estrutura comunicativa. Com um trabalho adequado, podemos estruturar a linguagem de quem fala e de quem não fala transformando esta em uma estrutura comunicativa.

A fala dos portadores de transtorno do espectro autista, muitas vezes, apresenta anomalias no tom e no ritmo, ou seja, pode ser extremamente monótona acompanhada de sons repetitivos (ecolalia).

Entendemos como ecolalia quando o indivíduo repete o que ouve sem entender, muitas vezes, de forma descontextualizada. Esta ecolalia aparece pela repetição de emissões ouvidas anteriormente com significado ou não.

É muito comum se observar uma ecolalia tardia onde a repetição ocorre posteriormente e imediata que ocorre logo após a reprodução do modelo.

Contudo, isto não quer dizer que a ecolalia não tenha uma função comunicativa pois, em muitas situações, para nós não tem sentido mas, para o indivíduo tem podendo ser uma maneira de pedir, discordar, solicitar ou tentar manter uma conversa ou uma relação social.

ativi614

Grupo formado por professores para divulgação de trabalhos na área da educação especial.