INCLUSÃO: O QUE É TECNOLOGIA ASSISTIVA?

 

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O QUE É A TECNOLOGIA ASSISTIVA?

A tecnologia assistiva é entendida como a resolução de problemas funcionais visando o desenvolvimento das potencialidades humanas, valorização dos desejos, habilidades, expectativas positivas e qualidade de vida.

 
Para atender a esta definição temos que ter claro que a tecnologia assistiva, como meio de promoção de habilidades funcionais, deve ser usada na escola, em casa, no trabalho e nas atividades de lazer.

 
Na área educacional seu objetivo é buscar resolver os problemas funcionais do aluno, no espaço da escola, encontrando alternativas para que ele participe e atue positivamente nas várias atividades neste contexto.

 
Desta forma, ela é uma ferramenta poderosa para o sucesso da vida escolar do aluno a partir do momento em que valoriza as potencialidades do aluno, maximiza o seu potencial, promove a independência e a participação ativa do aluno no processo de ensino aprendizagem e proporciona o acesso do aluno aos objetos de aprendizagem.

 
Sua utilização pode redefinir os conceitos de incapacidade, deficiência e limitação.

 
Usar a tecnologia assistiva é buscar com criatividade uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa encontrando estratégias para que ele possa fazer de outro jeito.

 
Sendo assim, o uso da tecnologia assistiva, na escola, nada mais é do que valorizar o seu jeito de ser e de fazer do aluno e aumentar as suas capacidades de ação e interação a partir de suas habilidades.

 
Criando novas alternativas para a comunicação, escrita, mobilidade, leitura, brincadeiras, artes, utilização dos materiais escolares e pedagógicos e uso do computador como ferramenta de aprendizagem estamos proporcionando uma real inclusão.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL

logo acessibilidade indicando uma pessoa cega, um deficiente físico e um surdo pelos simbolos que indicam cada deficiência

ACESSIBILIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL

A educação de uma criança que apresenta alguma necessidade educativa especial é um desafio diário que as escolas enfrentam e, por desinformação, desestabiliza equipes diretivas, professores e funcionários.

 
A proposta de inclusão escolar não pode, em nenhum momento, fugir do conceito de acessibilidade, pois incluir significa que a escola deve se adaptar as necessidades dos alunos e não este adaptar-se a estrutura da escola. Não podemos falar em inclusão sem acessibilidade.

 
Mas o que é acessibilidade? Este conceito vai além de banheiros adaptados, portas de salas ampliadas e colocação de corrimãos no ambiente escolar. A acessibilidade pressupõe um ambiente educacional adaptado, instigante e acessível a todos os indivíduos respeitando as suas características individuais.

 
Como educadores, temos que ter claro que a nossa função não é tornar a informação acessível aos alunos, e sim, tornar a aprendizagem acessível a eles pois, o simples acesso a informação, não é sinônimo de aprendizagem.

 
O professor tem que ter um planejamento educacional organizado e estruturado que possa determinar o tipo de apoio e quando este deve ser oferecido.

 
Desta forma, conceitos como o desenho universal, tecnologias de informação e comunicação e tecnologia assistiva devem ser discutidos e aprofundados em todas as escolas.

 
As piores barreiras para a aprendizagem não veem das limitações inerentes ao indivíduo, e sim, da sua incapacidade de interação com os objetos da aprendizagem em decorrência da falta de suporte, de materiais adequados e de métodos inflexíveis.

 
Segundo Radabaugh (1993), “para as pessoas sem deficiência a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência a tecnologia torna as coisas possíveis.”

 
Contudo, a maioria dos professores vêm a tecnologia como sinônimo de computador. Os termos tecnologia de informação e de comunicação, desenho universal e tecnologia assistiva são desconhecidos ou mal interpretados. A falta de divulgação e de capacitação do corpo docente deturpa os próprios conceitos e, em muitas situações, inviabiliza a sua devida utilização.

 
Sem sombra de dúvida, a tecnologia assistiva e as TICS são usadas em muitas situações na escola mesmo que os professores não saibam identificar a sua presença no ambiente escolar.

 

 

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INCLUSÃO: A TECNOLOGIA ASSISTIVA E AS TICS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

QUEBRA CABEÇA BRANCO COM UM COMPUTADOR DESKTOP, NOTEBOOK, IPAD E CELULAR NOS QUATRO CANTOS E UM BONECO AZUL NO MEIO

A TECNOLOGIA ASSISTIVA E AS TICS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Nos dias de hoje, em uma sociedade em constante transformação devido aos avanços tecnológicos, o acesso à escola regular aos alunos que apresentam alguma deficiência física, sensorial e/ou cognitiva, vem sendo possível e facilitado pela infinidade de recursos disponíveis os quais podem potencializar suas habilidades e proporcionar uma relação produtiva, destes alunos, com os objetos da aprendizagem.

 
A tecnologia levou a educação a outro patamar onde é possível complementar, aumentar e suplementar a educação de crianças e jovens com necessidades educativas especiais através de recursos, serviços ou produtos que, usados de forma adequada e planejada, podem redefinir os conceitos de deficiência, limitação e incapacidade.

 
Dentro de uma proposta de inclusão escolar e social, devemos buscar um desenho universal que viabilize a inserção destes indivíduos no contexto escolar, social e profissional com qualidade, eficiência e eficácia.

 
As tecnologias de informação, quando associadas aos recursos de tecnologia assistiva, proporcionam um leque de oportunidades pedagógicas, terapêuticas e funcionais que colocam o indivíduo em interação com os objetos de aprendizagem devido à variedade de recursos que viabilizam uma série de adaptações e adequações de ordem física, ambiental e estrutural.

 
Não podemos esquecer que os avanços tecnológicos estão presentes em todas as esferas sociais e, consequentemente, se tornam ferramentas que levam a produtividade.

 
Desta forma, como educadores, temos que utilizar estes recursos como uma ferramenta criativa a favor da educação seja, pelo uso criativo do computador e da internet como fonte de pesquisa, ou pela possibilidade de utilização de instrumentos de acessibilidade os quais, pela sua estrutura, reduzem a distância entre o desenvolvimento potencial e o real dos envolvidos no processo.

 
Partindo da afirmação de Radabaugh (1993), que coloca que para as pessoas sem deficiência a tecnologia torna as coisas mais fáceis, mas, para as pessoas com deficiência ela torna as coisas possíveis pela possibilidade de acessibilidade aos objetos de aprendizagem, a escola atual necessita apostar na formação continuada do corpo docente e diretivo para ser capaz de identificar as tecnologias apropriadas, ou seja, aquelas que atendem à necessidade real dos alunos, podem ser usadas em todos ao ambientes e não custam mais do que a família e a comunidade escolar pode arcar.

 
O uso das tecnologias de informação e de comunicação e da tecnologia assistiva, no ambiente escolar, deve preocupar-se em facilitar e alavancar o processo de ensino e de aprendizagem e não de assumir um papel de máquinas de ensinar e aprender.

 
A diversidade de serviços, recursos e produtos deve ser vista pelos professores como ferramentas pedagógicas que, pelo seu formato, podem criar um ambiente que proporcione aos alunos condições de atuarem ativamente na construção da sua aprendizagem.

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INCLUSÃO: AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO TECNOLOGIAS ASSISTIVA

TECLADO PARA CANHOTO

AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO TECNOLOGIAS ASSISTIVA

Algumas tecnologias de informação e comunicação, quando utilizadas na educação especial, estão interligadas aos recursos da tecnologia assistiva devido a sua estrutura e possibilidade de aplicação.

 
Quando utilizamos o computador para quem não tem uma escrita funcional, vídeos com legendas, em LIBRAS, close caption e leitores de tela para o acesso as informações no computador, estamos usando a tecnologia assistiva para potencializar as TIC.

 
Segundo Santarosa (1997), as TIC e a tecnologia assistiva se fundem nos seguintes aspectos;

 

 

  • • As TIC passam a constituir-se como auxiliares na comunicação a partir do uso de comunicação aumentativa e alternativa, via computador, com a utilização de softwares especiais como BLISS, PCS, Invento e Boardmaker Speaking Dynamically Pro;
  • • As TIC transformam-se em possibilidade de controle do ambiente através do uso de controles remotos, especialmente projetados para pessoas que dependem da tecnologia, para o acionamento dos produtos do ambiente;
  • • As TIC tornam-se ferramentas de aprendizagem pela utilização de livros didáticos em Braille, áudio livros, vídeos com legendas, histórias infantis com adaptações narradas via computador, livros adaptados com sinais de comunicação aumentativa e alternativa e adaptações para o manuseio do livro;
  • • As TIC convertem-se em ferramentas de inserção no mundo de trabalho produtivo pelas adaptações físicas, no local de trabalho, no que se refere a adaptações ambientais e de hardware;
  • • As TIC tornam-se ferramenta de inserção na comunidade, com vistas a uma social produtiva, através de interpretes de LIBRAS em órgãos públicos, caixas eletrônicos adaptados a cadeiras de rodas, cabines telefônicas rebaixadas, telefones especialmente projetados para pessoas surdas, sinaleiras para cegos e audiodescrição.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE DIGITAL

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ACESSIBILIDADE DIGITAL

Quando usa-se o termo acessibilidade digital, este pressupõe o uso de ferramentas que incluam os indivíduos que apresentam deficiências de ordem física, sensorial e cognitiva, ao mundo digital através do uso de recursos que visam ampliar as possibilidades de comunicação, mobilidade e aprendizagem.

 
Entre estes recursos podemos citar:

 

LEITORES DE TELA:

Os leitores de tela utilizam um software que captura qualquer informação apresentada, na tela do computador, celular ou tablete e as transforma em textos e, posteriormente, em áudio através de um sintetizador de voz que permite ao usuário ouvir todas as informações da tela.

Os leitores de tela mais usados são:

  • • JAWS para o ambiente Windows, compatível com várias versões desde Windows 95 ao Windows 8, em uma versão shareware. A versão gratuita de demonstração pode ser obtida em: http://www.laratec.org.br/downloads/jaws9ptg.exe e para adquirir, no Brasil, em http://www.freedomscientific.com
  • • VIRTUAL VISION: leitor de tela brasileiro, desenvolvido pela Micropower, compatível com várias versões do Windows, em uma versão shareware. A versão demo por 30 dias pode ser acessada em http://virtualvsion.com.br
  • • NVDA: desenvolvido pela NVACCESS, organização australiana sem fins lucrativos, para as versões do ambiente Windows vista, XP e Windows 7, é um software de código aberto, que pode ser rodado através de um dispositivo USB, sem a necessidade de instalação. O download pode ser feito em http://www.nvda.project.org/snaphats
  • • ORCA: é um leitor de tela usado para o ambiente Linux, criado pela Sun Mirosystems, o qual é gratuito podendo ser feito o download e http://www.ubuntubrasi.org e uma versão adaptada para deficientes visuais em http://linuxacessivel.org/2009/05/04/dvd.personalizado.ubuntu.904/
  • • DOSVOX: é um sistema operacional cujos elementos da interface, com o usuário, possui um sistema de síntese de voz a qual contém recursos como editar, leitor, impressão e formatação do texto para Braile além de jogos de caráter didático, lúdico e ampliador de tela. A versão pode ser baixada em http://www.cegueta.com/download/categoria/35

TECLADOS ADAPTADOS:

Muitas vezes, para o acesso ao computador, é necessário um teclado adaptado, principalmente, para os indivíduos que apresentam limitações de ordem física. Desta forma, podemos lançar mão de recursos como:

  • • TECLADO VIRTUAL: reproduz na tela do computador um teclado convencional, apresentando agrupamentos por janela, com letras, números e comandos que podem ser acessado por todos aqueles tenham movimento de alguma parte do corpo;
  • • TECLADO VIRTUAL COM PREDIÇÃO DE PALAVRAS: é uma interface que auxilia na complementação do uso de algum mouse alternativo ao computador onde o teclado é emulado a tela e, a predição de palavras, diminui o tempo e o esforço físico para a digitação;
  • • TECLADO AMIGO: para indivíduos que apresentam problemas motores graves, tem teclas divididas em subgrupos de vogais, consoantes, números, símbolos e teclas com funções específicas;
  • • TECLADO VIRTUAL: possibilita que os usuários digitem com o uso de um apontador ou joystick.

MOUSES ADAPTADOS:

Para garantir o acesso ao computador, aos indivíduos que apresentam limitações de ordem motora, podemos contar com mouses adaptados como acionadores de pressão, mouse RCT, mouse ótico com acionadores, roller mouse, switch mouse e softwares para o controle do computador com movimentos da cabeça.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE E DESENHO UNIVERSAL

UMA CADEIRA DE RODAS EM FRENTE A UMA ESCADARIA COM A FRASE ACESSIBILIDADE E UMA NOVA ESTÉTICA

ACESSIBILIDADE E DESENHO UNIVERSAL

De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a acessibilidade é definida como a possibilidade e condição de alcance para a utilização, com segurança e autonomia, de edificações, espaços, mobiliários e equipamentos urbanos buscando um desenho universal.

 
Nesta visão, o termo acessível torna-se um atributo essencial do ambiente que garante a melhoria de qualidade de vida para todas as pessoas.
Para Sassaki (2011), a acessibilidade pressupõe a remoção de barreiras arquitetônicas, comunicacional, metodológica, instrumental, pragmática e atitudinal. Desta forma, uma escola inclusiva é aquela que implementa, gradativamente, medidas efetivas de remoção destas barreiras no seu contexto.

 
A acessibilidade está intimamente ligada ao conceito de desenho universal e, pela definição de muitos autores, podem ser consideradas como sinônimos.

 
O desenho universal é um conceito que surgiu em 1993, por Ron Mace, o qual refere-se a uma abordagem incorporada a produtos, fatores de edificação e elementos que aumentam e estendem as possibilidades para que os mesmos possam ser utilizados pela maioria das pessoas.

 
De acordo com o EDeAN (European design for All Acessibility Network), o desenho universal ou desenho para todos visa à concepção de objetos, equipamentos e estruturas do meio físico destinadas a serem utilizados, pela generalidade das pessoas, de modo a simplificar a vida de todos.

 
O INR (Instituto Nacional de Reabilitação), tutelado pelo Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, coloca que o desenho universal visa à concepção de objetos, equipamentos e estruturas do meio físico destinados a serem utilizados pela generalidade das pessoas, qualquer que seja a idade, estatura e capacidade, tornando os produtos, as estruturas, a comunicação, a informação e os meios edificados acessíveis ao maior número de indivíduos, a baixo custo ou sem custos extras, para que todos possam integrar-se totalmente numa sociedade inclusiva.

 
O Decreto n° 5.296 de 2004 apresenta o Desenho Universal como:

 
[...] concepção de espaços, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas, com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade.

 
Em outras palavras, com base nas definições dos diversos autores apresentadas, pode-se dizer que buscamos um desenho universal a partir do momento que pensamos em estruturas concebidas, projetadas e construídas para acomodar um vasto espectro de usuários, incluindo aqueles com deficiência, aumentando a utilidade para todos.

 
Pensar em uma escola acessível pressupõe atender aos sete princípios do desenho universal que, de acordo com os estudos de Ron Mace, levando em conta os seguintes aspectos:

 

 

  • - uso igualitários: onde os espaços e objetos podem ser utilizados por pessoas com diferentes capacidades, tomando os ambientes iguais para todos;
  • - uso flexível/adaptável: design de produtos ou espaços que atendam pessoas com diferentes habilidades e diversas preferências sendo adaptáveis para qualquer um;
  • - uso simples e intuitivo: de fácil entendimento para que todos possam compreender, independente de sua experiência, conhecimento, habilidades de linguagem e nível de concentração;
  • - informação de fácil percepção para estrangeiros, com dificuldades de visão ou audição;
  • - tolerância ao erro: vise minimizar os riscos e possíveis consequências de ações acidentais ou não intencionais;
  • - baixo esforço físico: que tenha conforto e evite a fadiga;
  • - dimensão e espaço para aproximação e uso: adequado as pessoas de toda as estaturas, tamanho do corpo, postura ou mobilidade do usuário.

 

De acordo com as definições acima citadas, o conceito de desenho universal quando usado na educação, deve buscar um projeto arquitetônico acessível contando com sinalização tátil e sonora, rampas de acesso com inclinação adequada, salas de aula com espaço acessível e mobiliário adequado, corrimão nos corredores, botões de acionamento adequados a posição sentada, refeitórios, bibliotecas, salas de informática e laboratórios com mobiliário acessível, sanitários, banheiros e chuveiros acessíveis.

 
Na parte pedagógica, a escola deve contar com recursos de tecnologia assistiva para atividades de vida diária, auxílio para pessoas cegas, surdas, com baixa visão e déficit auditivo, adaptação em jogos e brincadeiras e materiais didáticos adaptados.

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INCLUSÃO: A DIFERENÇA ENTRE AS TICS E TACS NA VISÃO ESCOLAR

PLANETA TERRA NA COR AZUL COM VÁRIOS DISPOSITIVOS GIRANDO EM TORNO DO PLANETA

A DIFERENÇA ENTRE AS TICS E TACS NA VISÃO ESCOLAR

Hoje em dia ouvimos, com frequência, falarmos em siglas como as TICS e as TACS. Contudo, a diferenciação destas siglas vai além da simples troca de vogais.

 

As TICS são definidas como as tecnologias de informação e de comunicação que são usadas a favor da aprendizagem dos alunos. Quando falamos em TACS, estamos nos referindo as tecnologias para a aprendizagem e o conhecimento que são usadas para garantir a qualidade e eficácia do processo de aprendizagem.

 

Temos que ter claro que os nossos alunos são nativos digitais mas nós, como a maioria dos docentes em atuação no momento, somos imigrantes digitais.

 

Temos uma trajetória de ensino tradicional que leva um grande número de professores a uma tendência de ensinar aquilo que sabem ou que sabem fazer sem considerar que os alunos possuem habilidades digitais que podem estar a serviço da educação.

 

Como imigrantes digitais, muitos professores ainda mantém uma formação linear e tradicional.

 

Para que possamos passar da comunicação e informação para a aprendizagem e conhecimento, é necessária mudanças na escola nos seguintes aspectos:

 

  • Integrar as TICS na sala de aula com um planejamento pedagógico que defina como, onde e quando utilizá-las ao ponto de ensinar os alunos a solucionarem problemas complexos, estruturar, coordenar e apoiar projetos, realizar a autogestão do processo e adquirir competências cognitivas;
  • Pensar em uma nova prática e formação profissional que possibilite aos professores e alunos uma alfabetização com a tecnologia através do conhecimento dos recursos da WEB, possibilidade de realização de pesquisas e criação de projetos, utilização de blogs para colaborar com os outros e aumentar as fontes de acesso a informação;
  • Criar um novo modelo de educando que tenha a vontade de experimentar, criar, aprender continuamente e utilizar as tecnologias com o objetivo principal de construir o seu conhecimento e não de adquirir informações.

Duas leituras muito interessantes podem ser acessadas no link abaixo:

 

As novas tecnologias e a mediação do processo de ensino e aprendizagem na escola. Vicente Henrique de Oliveira Filho.

NOVAS TECNOLOGIAS

Uso da tecnologia como facilitadora da aprendizagem do aluno na escola. Isabel Maria Souza e Luciana Virgília Souza.

USO DA TECNOLGIA

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INCLUSÃO: MATERIAL SOBRE TICS PARA DOWNLOAD

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MATERIAL SOBRE TICS PARA DOWNLOAD

1. AVALIAÇÃO DO MATERIAL DIDÁTICO DIGITAL CENTRADO NO USUÁRIO: UMA INVESTIGAÇÃO DE INSTRUMENTOS POSSÍVEIS DE UTILIZAÇÃO POR PROFESSORES. PRODUÇÃO, VOLUME 19/2009. KATIA GODOI, STEPHANIA PADOVANI.

avaliação de material didatico virtual
2. AVALIAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM. JOSUÉ LAGUARDIA, MARGARETH PORTELLA, MIGUEL VASCONCELLOS. FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ.

avaliação em ava
3. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA INTERNET; ABORDAGENS E CONTRIBUIÇÕES DO AMBIENTES DIGITAIS DE APRENDIZAGEM. MARIA ELISABETH ALMEIDA.

educação a distancia na internet
4. O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. ANTÔNIO ZUIN.

plano nacional de educação
5. A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS NA MOTIVAÇÃO DA APRENDIZAGEM. RAFAEL CASTOLDI E CELSO POLINARSKI.

recursos didatico pedagógicos
6. TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O DISCURSO DO MEC. RAQUEL BARRETO.

tecnologia e formação dos professores
7. TECNOLOGIAS E NOVAS EDUCAÇÕES. NELSON PRIETTO, CLAUDIO PINTO.

tecnologiass e educação

 

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INCLUSÃO: O USO DAS REDES SOCIAIS E DE WEBSITES EDUCATIVOS DENTRO DE UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA

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O USO DAS REDES SOCIAIS E DE WEBSITES EDUCATIVOS DENTRO DE UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA

As redes sociais facilitaram o nosso contato com as pessoas que conhecemos e com pessoas que desconhecemos as quais acabamos por nos unir, pela virtualidade,de acordo com as nossas escolhas, interesses, atividades profissionais entre outros aspectos.

Mas será que os nossos alunos conseguem entender as questões relativas a segurança e privacidade? Eles sabem fazer um bom uso das redes sociais? Nós professores sabemos como tirar proveito das redes sociais?

Para utilizar as redes sociais, dentro da proposta pedagógica, é necessário que o professor adote algumas posturas como:

- criar grupos e comunidades de trabalho com os seus alunos;

-  abrir um grupo fechado, para uma turma, com o objetivo de propor conteúdos e trabalhos online e, criar grupos abertos, pode fomentar os vínculos entre os alunos de diferentes turmas;

- as redes sociais possibilitam ao professor enviar mensagens públicas e privadas o que ajuda na condução para um uso eficiente e seguro por parte dos alunos;

- problemas de conduta podem ser trabalhados ao encarregar alguns alunos com problemas de relacionamento para ajudar a administrar o grupo e conteúdos mostrando que você aposta neles;

-  compartilhar links de interesse de acordo com a temática que esteja abordando;

-  manter os alunos sempre atualizados e lembra-los de suas atividades pelas postagens no grupo.

Por outro lado, os professores podem criar websites educativos que seriam páginas da web que abordam os nossos interesses formativos.

Além da caça ao tesouro, podemos criar webquest que abordam um tema usando um fluxograma de navegação que especifica o objetivo, as tarefas, o processo, os recursos, lança desafio e propõe avaliações. Um bom programa para a criação de webquest é o WEBNODE (www.webnode.com).

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INCLUSÃO: A SOCIEDADE TECNOLÓGICA E SUA INFLUÊNCIA NA ESCOLA

QUEBRA CABEÇA BRANCO COM UM COMPUTADOR DESKTOP, NOTEBOOK, IPAD E CELULAR NOS QUATRO CANTOS E UM BONECO AZUL NO MEIO

A SOCIEDADE TECNOLÓGICA E SUA INFLUÊNCIA NA ESCOLA

No século XX, a interação entre as pessoas tomou um novo rumo devido a globalização, a internacionalização dos negócios e da informação e a necessidade de redução de custos para a qualificação do mercado de trabalho.

As tecnologias de informação e de comunicação viraram uma comodidade na vida das pessoas criando novas possibilidades de interação que independem de espaço e tempo através do uso de computadores, telefones e televisores.

As interações presenciais, onde as pessoas mantém um contato físico mais efetivo, vem sendo substituídas aos pouco pelas interações à distância de forma online, virtual, semipresenciais e distribuídas para várias pessoas simultaneamente.

Os softwares assincrônicos e sincrônicos deram um outro rumo ao nosso cotidiano e possibilitaram a criação de ambientes virtuais de trabalho cooperativo com o uso do SKYPE, MSM, fóruns de discussão, wikis, blogs, redes sociais, redes temáticas, correios eletrônicos e repositórios de documentos.

Desta forma, sua importância vem crescendo no processo comunicacional atual devido a estas possibilidades variadas onde se salienta:

  • SKYPE E MSM: reduziu custos a partir do momento que possibilita uma pessoa, de maneira imediata, falar, perguntar, responder e estreitar laços com outras pessoas temporalmente distantes por um custo baixo;
  • FÓRUNS DE DISCUSSÃO: permite que as pessoas troquem ideias que levam a um crescimento pessoal e profissional pois os indivíduos, dentro de suas possibilidades, expõem seus pontos de vista e enriquecem os conhecimentos e informações dos outros;
  • WIKI: permite a combinação entre os mecanismos de interação onde o indivíduo pode criar e editar uma informação online e ampliar seus conhecimentos pelas informações fornecidas como, por exemplo, através da popular Wikipédia;
  • BLOGS: os blogs são uma fonte de atualização constante que divulgam informações as quais podem ser acessadas a qualquer momento;
  • REDE SOCIAL: por ela as pessoas se vinculam por vários tipos de relação, ou seja, por amizades, interesses pessoais ou profissionais. O facebook é uma ferramenta que ampliou a comunicação pela sua possibilidade de aumento das relações sociais, intercâmbio de informações e possibilidades de utilização de chats online;
  • REDE TEMÁTICA: permite manter as pessoas relacionadas, por algum motivo, através das chamadas listas de correios, fóruns ou por uma rede social;
  • CORREIOS ELETRÔNICOS: deixou o telefone para trás e passou a ser a principal fonte de informação entre o emissor e o destinatário através de mensagens e com o custo mais baixo;
  • REPOSITÓRIOS; a possibilidade de armazenar documentos, online, vem sendo utilizada no campo educacional pela sua possibilidade de organização.

Estas ferramentas deram outra dimensão para a comunicação pois hoje a distância entre as pessoas, a qual era medida em metros, passou a ser medida por cliques. O tempo que era medido em minutos, pode ser quebrado com uma mensagem. As dimensões emocionais, sociais e afetivas se alteram para que a pessoa possa pertencer a um grupo ou uma rede temática.

A distância geográfica entre as pessoas, nos dias de hoje, depende da velocidade da transmissão de dados, das possibilidades de conexão em rede e em função dos fuso horário.

Sendo assim, a tecnologia levou a educação a um outro patamar a partir do momento que liga as pessoas independente de espaço e tempo.

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