INCLUSÃO: AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO TECNOLOGIA ASSISTIVA

IMAGEM DE UM TECLADO ADAPTADO

 

                AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO TECNOLOGIA ASSISTIVA:

Algumas tecnologias de informação e comunicação, quando utilizadas na educação especial, estão interligadas aos recursos da tecnologia assistiva devido a sua estrutura e possibilidade de aplicação.

Quando utilizamos o computador para quem não tem uma escrita funcional, vídeos com legendas, em LIBRAS, close caption e leitores de tela para o acesso as informações no computador, estamos usando a tecnologia assistiva para potencializar as TIC.

Segundo Santarosa (1997), as TIC e a tecnologia assistiva se fundem nos seguintes aspectos;

  • As TIC passam a constituir-se como auxiliares na comunicação a partir do uso de comunicação aumentativa e alternativa, via computador, com a utilização de softwares especiais como BLISS, PCS, Invento e Boardmaker Speaking Dynamically Pro;
  • As TIC transformam-se em possibilidade de controle do ambiente através do uso de controles remotos, especialmente projetados para pessoas que dependem da tecnologia, para o acionamento dos produtos do ambiente;
  • As TIC tornam-se ferramentas de aprendizagem pela utilização de livros didáticos em Braille, áudio livros, vídeos com legendas, histórias infantis com adaptações narradas via computador, livros adaptados com sinais de comunicação aumentativa e alternativa e adaptações para o manuseio do livro;
  • As TIC convertem-se em ferramentas de inserção no mundo de trabalho produtivo pelas adaptações físicas, no local de trabalho, no que se refere a adaptações ambientais e de hardware;
  • As TIC tornam-se ferramenta de inserção na comunidade, com vistas a uma social produtiva, através de interpretes de LIBRAS em órgãos públicos, caixas eletrônicos adaptados a cadeiras de rodas, cabines telefônicas rebaixadas, telefones especialmente projetados para pessoas surdas, sinaleiras para cegos e audiodescrição.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE X INCLUSÃO

LOGOTIPO INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE COM CINCO GRAVURAS ACIMA DO TÍTULO NDICANDO FORMAS DE ACESSIBILIDADE

ACESSIBILIDADE X INCLUSÃO

A acessibilidade pressupõe a eliminação de barreiras que impedem o funcionamento de um indivíduo, da forma mais eficiente possível, no meio social, familiar e escolar.

Estas barreiras podem ser de ordem:

- arquitetônica: eliminação de barreiras físicas que impedem a circulação e o uso independente de dependências públicas e privadas;

- metodológica: adequação dos métodos de ensino de forma que estes possam maximizar o potencial dos alunos respeitando as suas características pessoais, limitações e valorizando suas habilidades específicas;

- instrumental: adequação de materiais que ajudem a eliminar as barreiras entre o mundo físico e escolar da criança com vistas a dar as mesmas oportunidades de acesso ao ensino e a aprendizagem;

- atitudinais: diminuir o preconceito e a falta de expectativa em relação a produtividade e aprendizagem de quem apresenta alguma necessidade especial.

A acessibilidade pode redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade.

Uma deficiência é algo inerente ao corpo, a condição física da pessoa. Se em sou cega, surda ou deficiente física, esteja o mundo acessível ou não a minha deficiência continuará lá.

Contudo, eu posso ter uma deficiência mas não ser incapaz pois quem define a minha incapacidade são as barreiras que o meio impõe.

Um cego pode ter dificuldades para usar um computador mas, através de softwares específicos, que permitam a leitura de tela e com sintetizadores de voz a incapacidade desaparece mesmo que a deficiência ainda continue lá pois ele não vai deixar de ser cego.

A tecnologia assistiva levou a educação a um outro patamar a partir do momento que passou a possibilitar suporte mecânico, elétrico, eletrônico e computadorizado a pessoas com deficiência.

O que a nossa sociedade precisa é redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade adotando o conceito de desvantagem.

Todos os ambientes devem ser desenhados de forma a não segregar ou excluir pessoas promovendo a socialização e a integração entre os indivíduos com diferentes condições físicas, mentais e sensoriais. Desta forma, ambientes e equipamentos adaptados não devem ser isolados dos demais espaços, possibilitando o uso independente, na medida do possível, por indivíduos com habilidades e restrições diferen

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INCLUSÃO: MATERIAL INFORMATIVO SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA

FOTO DE UM TECLADO ADAPTADO SENDO ACIONADO PELO PÉ DE UM ALUNO

MATERIAL INFORMATIVO SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA

 

Nos links abaixo temos alguns artigos interessantes sobre tecnologia assistiva que pode auxiliar professores e pais a se aprofundarem nesta área.

Os links abaixo, disponibilizados na internet, contam com os seguintes assuntos:

A utilização da tecnologia assistiva na vida cotidiana da criança com deficiência. Renato Varela e Fátima Oliver.

TECNOLOGIA ASSISTIVA NO COTIDIANO DE DEFIICIENTES

 

Inclusão escolar: a utilização da tecnologia assistiva na educação escolar. Crislayne Santana, Alex Santos e Aline Pereira.

TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO REGULAR

 

Tecnologia assistiva: uma revisão do tema. Patrícia Rodrigues e Lynn Alves.

TECNOLOGIA-ASSISTIVA-REVISÃO-DO-TEMA.pdf

 

A tecnologia e o desenvolvimento cognitivo da criança com paralisia cerebral. Ana Irene Oliveira, Ricardo Pinto e Eder Ruffeil.

TECNOLOGIA ASSISTVA PC

 

Adaptação curricular: uso das tecnologias assistivas. Ingrid Adam e Viviane Regiani.

TECNOLOGIA ASSITIVA E ADAPATAÇÃO CURRICULAR

 

Material Pedagógico e tecnologias assistivas. Elizabeth Dias de Sá.

 

TECNOLOGIA ASSISTIVA E MATERIAL PEDAGÓGICO

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INCLUSÃO: TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA E MÚLTIPLA COM SEVERAS LIMITAÇÕES MOTORAS.

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TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA E MÚLTIPLA COM SEVERAS LIMITAÇÕES MOTORAS.

Os indivíduos com deficiências físicas, múltiplas e motoras mais graves podem ter o seu acesso ao processo de aprendizagem facilitado pelo uso de adaptações físicas, órteses e próteses que substituem ou melhoram o funcionamento da função afetada.
De acordo com a classificação HEART (Horizontal European Activities in Rehabilitation Technology), a qual é apresentada de forma adaptada no documento EUSTAT (Empowering Users Through Assistive Technology), os auxílios prestados a pessoas com limitações motoras podem ser classificados em:

 

  • AUXÍLIO PARA A VIDA DIÁRIA: Talheres modificados, suportes para utensílios domésticos, roupas desenhadas para facilitar o vestir-se e despir-se, com abotoadores adaptados e recursos para transferência e apoio, Material pedagógico adaptado como tesoura, lápis engrossado, planos inclinados, adaptações para virar páginas de cadernos e livros e jogos com imã, velcro e outros materiais.
  • COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA:  Uso de vocalizadores e pranchas de comunicação.
  • ACESSIBILIDADE AO COMPUTADOR: Teclados adaptados; teclado virtual com e sem predição de palavras, expandido, reduzido e colmeia para teclado, Mouses adaptados: joysticks, acionadores e mouses que podem ser controlados por diversas partes do corpo como ocular, pedal e capacete com ponteira, Equipamentos de saída: síntese de voz, monitores especiais, leitores de tela.
  • SISTEMA DE CONTROLE DO AMBIENTE:  Controles remotos, acionados por diversas partes do corpo, para ligar e desligar aparelhos como a luz, telefone, televisores, ventiladores, abrir e fechar portas, acionar sistemas de segurança e realizar e receber chamadas telefônicas.
  • ADEQUAÇÃO POSTURAl:  Cadeiras de rodas, classes adaptados e encostos para ajuste da postura
  • PROJETO ARQUITETÔNICO DE ACESSIBILIDADE:  Colocação de rampas e elevadores nos ambientes, banheiros e mobiliários adaptados.
  • ÓRTESES E PRÓTESES:  Para a mobilidade (próteses), para a função manual (abdutores para a escrita, digitação e utilização de talheres) e para a correção postural.
  • AUXÍLIO NA MOBILIDADE:  Bengalas, muletas, andadores, cadeiras de rodas elétricas e manuais e Scooters
  • ADAPTAÇÃO EM VEÍCULOS:  Particulares e coletivos

Por outro lado, quando falamos em deficiências múltiplas nas escolas regulares, a maior parte dos professores temem a inclusão de alguns alunos como no caso da surdocegueira.

 

 

A surdocegueira é uma deficiência complexa que cria desafios extremos na comunicação, no desenvolvimento de relações interpessoais, comportamento, integração sensorial, desenvolvimento motor e cognitivo.
Estes indivíduos necessitam de profissionais que possam comunicar-se com eles e façam a intermediação com o mundo que os rodeia, ou seja, informando sobre tudo que acontece de forma a acabar com o vazio da privação sensorial.
Sendo assim, na escola, é imprescindível o uso de recursos como alfabeto manual para surdocego (alfabeto dactilológico), teclado adaptado em Braille, tábua de ressonância, tabelas alfabéticas, Tellatouch e Tadoma.

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INCLUSÃO: MATERIAL SOBRE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AUMENTATIVA PARA DOWNLOAD

imagem de uma prancha de comunicação editada em uma tela de computador

MATERIAL SOBRE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AUMENTATIVA PARA DOWNLOAD

 

Nos links abaixo temos alguns artigos interessantes sobre comunicação aumentativa e alternativa, que pode auxiliar professores e pais a se aprofundarem nesta área.

Os links abaixo, disponibilizados na internet, contam com os seguintes assuntos:

Comunicação aumentativa: passaporte para a inclusão escolar. Leila Nunes, Cátia Figueiredo e Carolina Schirmer.

 

Recursos para comunicação aumentativa e alternativa. Brasília/2006. Prtal de ajudas técnicas. Técnicas, equipamentos e materiais pedagógicos especial para a educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência.

 

Caderno pedagógico: série educação especial. Comunicação alternativa e paralisia cerebral Recursos didáticos de expressão. Ana Zaporoszenko e Gisele Alencar.

 

A comunicação alternativa no contexto escolar: inclusão de pessoas com autismo. Cátia Walter.

 

Comunicação alternativa: recursos e procedimentos utilizados no processo de inclusão do aluno com severo distúrbio na comunicação. Débora Deliberato.

 

Comunicação aumentativa y alternativa. Guia de referência. CEAPAT

PARA TER ACESSO AOS MATERIAIS CLIQUE NO LINK ABAIXO:

http://1drv.ms/1McDp9Z

 

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INCLUSÃO: DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA

ALUNO EM UMA CADEIRA DE RODAS COM A PROFESSORA AGACHADA AO LADO E SORRINDO

DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA

 

A deficiência múltipla se refere a associação de duas ou mais deficiências que podem ser sensoriais e/ou físicas, como também associadas a distúrbios neurológicos e na linguagem, as quais acarretam dificuldades no desenvolvimento, educacionais, vocacionais, sócioemocionais e de autossuficiência.

O quadro é caracterizado de acordo com o nível de desenvolvimento, o tipo de alteração e a necessidade especial que ela apresenta.

As principais características destes indivíduos são:

- dificuldades na abstração das rotinas diárias;

- independência nas atividades de vida diária;

- dificuldades na comunicação sendo, em alguns casos, necessário o uso de comunicação aumentativa e alternativa;

- movimentos corporais involuntários;

- resposta inadequada aos estímulos visuais e auditivos do ambiente;

- movimentos estereotipados repetitivos;

- dificuldade de participação nas atividades comuns oferecidas aos seus pares pela falta de acessibilidade do ambiente;

- distúrbios de sono;

- problemas gástricos e intestinais.

Entre as causas mais comuns podemos encontrar:

- icterícia;

- falta de oxigenação na hora do parto (anóxia neonatal);

- sarampo;

- traumatismos;

- otites e glaucomas;

- tumores cerebrais;

- toxoplasmose;

- casamentos consanguíneos;

- doenças infecciosas como sífilis, meningite, rubéola. Doenças venéreas;

- falta de saneamento básico;

- infecções hospitalares.

A prevenção é necessária em três âmbitos diferentes, ou seja, na:

- prevenção primária: com programas de combate a doenças e de vacinação, campanhas de combate ao uso de drogas e álcool, incentivo ao acompanhamento pré-natal durante a gestação;

- prevenção secundária: tratamento medicamentoso e terapêutico do indivíduo.

As suas manifestações podem abranger:

- deficiência física associada a deficiência mental;

- deficiência física associada a deficiência sensorial;

- deficiências físicas, cognitivas e sensoriais associadas;

- deficiências físicas, cognitivas, sensoriais e psíquicas associadas.

- prevenção terciária: a acessibilidade do ambiente para que a funcionalidade do indivíduo possa ser incentivada.

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INCLUSÃO: CADERNO DE COMUNICAÇÃO: SUA IMPORTÂNCIA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

MENINA DESENHANDO COM UM LÁPIS VERDE E UM COPO COM LÁPIS COLORIDO AO LADO

CADERNO DE COMUNICAÇÃO: SUA IMPORTÂNCIA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

O caderno de comunicação é um caderno utilizado para registrar as atividades realizadas no dia a dia. Com ele podemos conversar sobre o que fizemos, com quem e onde. Podemos sempre voltar as páginas e relembrar o que fizemos no dia anterior, semana anterior ou mês anterior.

 
Isto ajuda muito a criança com necessidades educativas especiais pois ajuda esta a localizar-se em períodos de tempo mais prolongados e na organização de sequencias de acontecimentos.
Sendo assim, o caderno de comunicação é:

 

 

  •   É uma estratégia de ensino pois ajuda a criança na sua organização, orientação, adequação e estruturação espacial e temporal;
  •   É um recurso que promove o diálogo, a conversação sobre um tópico comum trabalhando a linguagem expressiva e compreensiva;
  •   É um meio de ajudar a pessoa a criar memória e fazer associações entre as experiências vivenciadas e as que está vivenciando.
  •   É uma forma de ensinar a pessoa a refletir sobre seu dia.

Estes cadernos possuem os seguintes benefícios para o processo de ensino e aprendizagem:

 

  • Promovem a interação;
  •   Estimulam a comunicação;
  •   Propiciam a conversação / diálogo;
  •   Auxiliam na memória e na organização do pensamento.
  •   Ajudam a estruturar a rotina dando maior consistência ao processo de aprendizagem.

O ideal é fazer o registro logo após a atividade feita, mas é possível fazer um registro geral no final do dia, relembrando tudo o que fizeram juntos. Se você decidir registrar logo após a atividade lembre-se de “reler” o dia da criança antes dela ir embora.

 
Além disso, podemos fazer uso do livro de experiência real que conta a história de si próprio e de suas experiências ajudando o indivíduo reviver eventos passados, além de registrar passeios, datas comemorativas e atividades que precisam de reforço o que leva a uma aprendizagem significativa.

 
O livro de experiência real é importante pois:

 

  •   Ajuda o aluno e o professor a ensinar e rever conceitos e vocabulário relacionados com a atividade realizada;
  •   Reforça experiências que não ocorrem frequentemente dando um sentido para a aprendizagem
  •   Ajuda o aluno a sair do “aqui e agora”, pois permite o diálogo sobre eventos passados reforçando conceitos fora do contexto do evento real;
  •   Fornece uma fonte de materiais apropriados às necessidades individuais (visuais, táteis, conceituais e comunicativas e as habilidades da pessoa).

Os principais benefícios são:

 

  •   O indivíduo se coloca como sujeito da ação;
  •   O indivíduo é o personagem principal;
  •   O indivíduo pode aprender conceitos de maneira mais significativa, pois trata-se de algo que ela vivenciou primeiro;
  •   O indivíduo tem a chance de refletir sobre o que passou;
  •   Apresenta-se como estratégia para auxiliar a pessoa a lembrar de pessoas que conheceu e lugares por onde esteve, fazendo associações e auxiliando na estruturação de seu pensamento.

Para utilizar o caderno de comunicação e o livro de experiência real, devemos:

  • Envolver o aluno na produção de seu livro tanto quanto for possível;
  •   Permitir que a pessoa colete e guarde alguns materiais usados na atividade para serem colocadas no livro de experiência real (balão vazio de uma festa, colherinhas de sorvete, folhas de um parque, saquinho de batata, canudinho, etc.);
  •   Fornecer uma caixa ou sacola para a pessoa coletar estes itens;
  •   Para itens difíceis de colar para afixar no livro, pode-se usar sacos tipo “zip lock” presos no topo da página;
  •   No começo utilize um conceito principal por página, para auxiliar no desenvolvimento de conceitos;
  •   Ao invés de colar os itens utilize velcro para a pessoa ter a oportunidade de manusear os objetos novamente;
  •   Sempre utilize materiais apropriados às habilidades conceituais e visuais das pessoas com quem estiver trabalhando (avaliação funcional);
  •   A pessoa que for totalmente cega necessitará de estímulos táteis. Isso pode apresentar um desafio, mas com criatividade as estratégias propostas continuam sendo viáveis;
  •   Todo aprendizado vai do concreto para o abstrato (depende do estágio que a pessoa se encontra);
  •   Faça avaliações contínuas para assegurar que a pessoa esteja realmente entendendo o conceito representado pelo objeto ou figura (dependendo do estágio);
  •   A pessoa deve ser envolvida ativamente no processo participando da construção dos livros, calendários ou cadernos de comunicação.

 

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