INCLUSÃO: TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA E MÚLTIPLA COM SEVERAS LIMITAÇÕES MOTORAS.

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TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA E MÚLTIPLA COM SEVERAS LIMITAÇÕES MOTORAS.

Os indivíduos com deficiências físicas, múltiplas e motoras mais graves podem ter o seu acesso ao processo de aprendizagem facilitado pelo uso de adaptações físicas, órteses e próteses que substituem ou melhoram o funcionamento da função afetada.
De acordo com a classificação HEART (Horizontal European Activities in Rehabilitation Technology), a qual é apresentada de forma adaptada no documento EUSTAT (Empowering Users Through Assistive Technology), os auxílios prestados a pessoas com limitações motoras podem ser classificados em:

 

  • AUXÍLIO PARA A VIDA DIÁRIA: Talheres modificados, suportes para utensílios domésticos, roupas desenhadas para facilitar o vestir-se e despir-se, com abotoadores adaptados e recursos para transferência e apoio, Material pedagógico adaptado como tesoura, lápis engrossado, planos inclinados, adaptações para virar páginas de cadernos e livros e jogos com imã, velcro e outros materiais.
  • COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA:  Uso de vocalizadores e pranchas de comunicação.
  • ACESSIBILIDADE AO COMPUTADOR: Teclados adaptados; teclado virtual com e sem predição de palavras, expandido, reduzido e colmeia para teclado, Mouses adaptados: joysticks, acionadores e mouses que podem ser controlados por diversas partes do corpo como ocular, pedal e capacete com ponteira, Equipamentos de saída: síntese de voz, monitores especiais, leitores de tela.
  • SISTEMA DE CONTROLE DO AMBIENTE:  Controles remotos, acionados por diversas partes do corpo, para ligar e desligar aparelhos como a luz, telefone, televisores, ventiladores, abrir e fechar portas, acionar sistemas de segurança e realizar e receber chamadas telefônicas.
  • ADEQUAÇÃO POSTURAl:  Cadeiras de rodas, classes adaptados e encostos para ajuste da postura
  • PROJETO ARQUITETÔNICO DE ACESSIBILIDADE:  Colocação de rampas e elevadores nos ambientes, banheiros e mobiliários adaptados.
  • ÓRTESES E PRÓTESES:  Para a mobilidade (próteses), para a função manual (abdutores para a escrita, digitação e utilização de talheres) e para a correção postural.
  • AUXÍLIO NA MOBILIDADE:  Bengalas, muletas, andadores, cadeiras de rodas elétricas e manuais e Scooters
  • ADAPTAÇÃO EM VEÍCULOS:  Particulares e coletivos

Por outro lado, quando falamos em deficiências múltiplas nas escolas regulares, a maior parte dos professores temem a inclusão de alguns alunos como no caso da surdocegueira.

 

 

A surdocegueira é uma deficiência complexa que cria desafios extremos na comunicação, no desenvolvimento de relações interpessoais, comportamento, integração sensorial, desenvolvimento motor e cognitivo.
Estes indivíduos necessitam de profissionais que possam comunicar-se com eles e façam a intermediação com o mundo que os rodeia, ou seja, informando sobre tudo que acontece de forma a acabar com o vazio da privação sensorial.
Sendo assim, na escola, é imprescindível o uso de recursos como alfabeto manual para surdocego (alfabeto dactilológico), teclado adaptado em Braille, tábua de ressonância, tabelas alfabéticas, Tellatouch e Tadoma.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL

logo acessibilidade indicando uma pessoa cega, um deficiente físico e um surdo pelos simbolos que indicam cada deficiência

ACESSIBILIDADE E EDUCAÇÃO ESPECIAL

A educação de uma criança que apresenta alguma necessidade educativa especial é um desafio diário que as escolas enfrentam e, por desinformação, desestabiliza equipes diretivas, professores e funcionários.

 
A proposta de inclusão escolar não pode, em nenhum momento, fugir do conceito de acessibilidade, pois incluir significa que a escola deve se adaptar as necessidades dos alunos e não este adaptar-se a estrutura da escola. Não podemos falar em inclusão sem acessibilidade.

 
Mas o que é acessibilidade? Este conceito vai além de banheiros adaptados, portas de salas ampliadas e colocação de corrimãos no ambiente escolar. A acessibilidade pressupõe um ambiente educacional adaptado, instigante e acessível a todos os indivíduos respeitando as suas características individuais.

 
Como educadores, temos que ter claro que a nossa função não é tornar a informação acessível aos alunos, e sim, tornar a aprendizagem acessível a eles pois, o simples acesso a informação, não é sinônimo de aprendizagem.

 
O professor tem que ter um planejamento educacional organizado e estruturado que possa determinar o tipo de apoio e quando este deve ser oferecido.

 
Desta forma, conceitos como o desenho universal, tecnologias de informação e comunicação e tecnologia assistiva devem ser discutidos e aprofundados em todas as escolas.

 
As piores barreiras para a aprendizagem não veem das limitações inerentes ao indivíduo, e sim, da sua incapacidade de interação com os objetos da aprendizagem em decorrência da falta de suporte, de materiais adequados e de métodos inflexíveis.

 
Segundo Radabaugh (1993), “para as pessoas sem deficiência a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência a tecnologia torna as coisas possíveis.”

 
Contudo, a maioria dos professores vêm a tecnologia como sinônimo de computador. Os termos tecnologia de informação e de comunicação, desenho universal e tecnologia assistiva são desconhecidos ou mal interpretados. A falta de divulgação e de capacitação do corpo docente deturpa os próprios conceitos e, em muitas situações, inviabiliza a sua devida utilização.

 
Sem sombra de dúvida, a tecnologia assistiva e as TICS são usadas em muitas situações na escola mesmo que os professores não saibam identificar a sua presença no ambiente escolar.

 

 

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INCLUSÃO: MATERIAL SOBRE PARALISIA CEREBRAL PARA DOWNLOAD – PARTE 3

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MOTRIZ, RIO CLARO. VOLUME 13. ATIVIDADE AQUÁTICA E PSICOMOTRICIDADE EM CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL. CLAUDIA ARROYO E SANDRA OLIVEIRA.

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EQUILÍBRIO CORPORAL EM CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL. CLARISSE TEIXEIRA, ET AL.

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INCLUSÃO: DEFICIÊNCIA FÍSICA

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DEFICIÊNCIA FÍSICA

É considerada como deficiência física o comprometimento do aparelho motor que compreende o sistema osteo-articular, o sistema muscular e o sistema nervoso.

Nos casos de deficiência física temos paraplegias, tetraplegias, distrofias musculares, lesões na coluna que podem afetar o sistema motor provocando movimentos involuntários faciais e dos membros.

As principais causas são lesão cerebral, paralisia cerebral por prematuridade, anóxia perinatal, desnutrição materna, rubéola, toxoplasmose, e trauma de parto.

Há casos ainda derivados de acidentes vasculares cerebrais (AVC), aneurismas cerebrais, tumores, lesões medulares causadas por acidentes e armas de fogo, miopatias, patologias degenerativas do SNC, esclerose múltipla, esclerose amiotrófica, lesões nervosas periféricas, amputações, sequelas de politraumatismos, má formação congênita por exposição a radiação durante a gestação, distúrbios metabólicos, hemofilia, reumatismos e LER (lesão por esforço repetido).

Se o indivíduo usa uma cadeira de rodas temos que ter alguns cuidados ao conduzir a cadeira tais como:

- ao conversar, lembrar de virar a cadeira;

- não conduzir a cadeira sem a permissão do cadeirante;

- ao subir um degrau, incline a cadeira para trás apoiando as rodas da frente nos degraus;

- desça os degraus de marcha ré e sem solavancos;

- se o indivíduo usa bengala, caminhe devagar;

- mantenha as muletas e bengalas próximas ao indivíduo;

- pergunte se ele precisa de ajuda antes de começar a ajudar pois, uma ajuda inadequada, pode até atrapalhar ao invés de ajudar;

- se o indivíduo cair, ofereça ajuda e pergunte como pode ajudar;

- remova todas as barreiras arquitetônicas próximas e no caminho do indivíduo;

- ao apontar para algo fique no campo de visão da pessoa;

- se ela tiver dificuldade para falar, espere ela repetir quantas vezes for necessário.

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A INFLUÊNCIA DA EQUOTERAPIA NO DESEMPENHO MOTOR E ALINHAMENTO POSTURAL DA CRIANÇA COM PARALISIA CEREBRAL ESPÁSTICO ATETÓIDE: ACOMPANHAMENTO DE UMA CASO. VIVIAN VALDIVIESSA, LIVIA CARDILO, ELIANE GUIMARÃES. REVISTA UNIARA, NÚMERO 16, 2005.

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RECEITAS PARA CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL. E-BOOK, ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE NUTRICIONISTAS.

RECEITAS PARA CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL

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INCLUSÃO: DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE

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DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE

A Distrofia Muscular de Duchenne é uma doença complexa e desafiadora pelas suas características peculiares e, por outro lado, triste pois deixa bem clara a nossa impotência frente a sua evolução.

Esta doença causa uma fraqueza muscular progressiva por alterações morfológicas e bioquímicas sendo uma condição genética que leva a degeneração, fraqueza e atrofia progressiva dos músculos esqueléticos mas sem comprometimento do sistema nervoso central.

Sua incidência é de cerca de 1 a cada 3600 nascidos vivos independente de etnias ou raças mas atingindo principalmente o sexo masculino pelo caráter recessivo ligado ao cromossoma X. Casamentos consanguíneos podem aumentar a probabilidade de ocorrência.

Um dos critérios do diagnóstico é ser do sexo masculino e, no caso do sexo feminino, estas podem ser assintomáticas ou sintomáticas em diferentes graus causando quadros diferentes do sexo masculino.

O principal defeito bioquímico da doença está na distrofina que é a proteína codificada pelo gene a qual possibilita a coordenação dos músculos quando eles se contraem. Por isso, nos afetados, haverá uma alteração e perda de contração muscular causando degeneração das fibras musculares irreversíveis.

O quadro clínico tem início ates dos três anos de idade embora os sintomas possam passar desapercebidos demorando anos para um diagnóstico.

Ao nascer podem ser levemente hipotônicos, tem um desenvolvimento motor inicial normal ou um pequeno atraso mas, no segundo ano de vida, podemos notar uma fraqueza na cintura pélvica.

A marcha vai atrasar mas, entre os três e cinco anos, a criança começa a ter dificuldades para subir escadas, correr e saltar e nota-se uma fraqueza dos extensores do quadril e joelho. A marcha vai se modificando a medida que a força muscular diminui afetando o equilíbrio.

A fraqueza muscular é  principal característica da doença e, geralmente, aos dez anos os indivíduos afetados por esta doença podem estar em cadeiras de rodas e apresentarem escoliose.

Podem surgir problemas respiratórios, em função da escoliose. O quadro clínico leva a riscos de infecções e comprometimento da deglutição devido a respiração paradoxal.

Com o tempo aparece o fenômeno “Row a boat” que quer dizer remar o barco que é um movimento da parte superior do tronco espontâneo e rítmico balançando o tronco para frente e para trás em um ritmo fixo e sincronizado com  respiração.

Nos quadros mais graves pode aparecer uma cardiomiopatia, fadiga excessiva, taquicardia pelo esforço físico e problemas gastrointestinais.

Pelo agravamento do quadro cardíaco e respiratório, 90% dos quadros levam ao óbito por volta dos 20 anos mas há exceções.

O diagnóstico é feito pelo quadro clínico, exame de sangue e biópsia muscular que permitem a pesquisa da distrofina ou outras proteínas da membrana.

Para o tratamento são usados corticoides para aumentar a força muscular em altas doses, e por períodos curtos, os quais levam ao aumento de apetite, aumento de peso, retenção de líquidos hipertensão e diabete.

Pelos avanços da medicina temos, atualmente, tratamentos muito promissores que podem já estar disponíveis nos próximos anos.

A fisioterapia é muito importante para retardar a incapacidade de andar além de prevenir deformidades e outras complicações respiratórias. A hidroterapia também é recomendada pois a água aquecida promove a facilitação dos movimentos e alivia as dores, além de ajudar a manter a força muscular e capacidade respiratória.

Quando mais cedo a criança depende de cadeiras de rodas o prognóstico é pior pois a Distrofia Muscular de Duchenne é uma doença incurável.

No ambiente escolar, a tecnologia assistiva pode fazer toda a diferença para estes indivíduos. No link abaixo é disponibilizado um bom artigo sobre o uso da tecnologia assistiva junto a estes alunos.  Com o título a “Tecnologia assistiva na Distrofia Muscular de Duchenne: aplicabilidade e benefícios. Flávia Carbonero, Gabriela Zago, Denise Campos, publicado na Revista de Neurociências/2012.

TECNOLOGIA ASSISTVA E DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE APLICAÇÃO E BENEFÍCIOS

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INCLUSÃO: PARALISIA CEREBRAL: MATERIAL PARA DOWNLOAD

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PARALISIA CEREBRAL: MATERIAL PARA DOWNLOAD

Letramento e paralisia cerebral. Joana Ferraz

LETRAMENTO E PARALISIA CEREBRAL

Realidade Virtual na Paralisia Cerebral. Carlos Bandeira de Mello Monteiro (org).

Livro_RealidadeVirtualnaParalisiaCerebral

Manual para o diagnóstico de distúrbios de movimento. UFMG.

MANUAL PARA O DIAGNÓSTICO DE DISTURBIOS DE MOVIMENTO

Desenvolvimento motor típico e atípico e correlações na paralisia cerebral. Claudia Belloni e Luciane Weiness.

DESENVOLVIMNETO MOTOR DO PC

Equoterapia: seus benefícios terapêuticos motores na paralisia cerebral. Eliane Marconsoni, Karieli Faganello, Tatiane Biasoli, Vanesa Martinazzo, Verônica Carli e Siham Ames.

PARALISIA CEREBRAL E EQUOTERAPIA

Paralisia cerebral. Manual para formação de pais e professores. CP-PACK.

PARALISIA CEREBRAL MANUAL PARA PAIS E PROFESSORES

MEC, deficiência física,

SABERES DEFICIECIA FISICA

SABERES DEFICIENCIA FISICA

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