INCLUSÃO: DISPRAXIA

imagem de três crianças sentadas no chão brincando

 

DISPRAXIA

 

A dispraxia é uma disfunção motora neurológica que impede o cérebro de desempenhar os movimentos corretamente. É a chamada “síndrome do desastrado”, pois essas crianças costumam quebrar objetos, tropeçar e cair sem motivo aparente. Costuma ser diagnosticada entre os 3 e os 5 anos.

Os principais sintomas são:a falta de coordenação motora que pode ser observada nas atividades e brincadeiras do dia a dia;

  • a dificuldade em se orientar em determinado espaço,
  • dificuldades de aprendizagem onde a expressão escrita é a mais prejudicada sendo que, o uso do computador deve ser muito estimulado para superar as dificuldades escolares;
  • lentidão na hora de falar;
  • falta de força muscular.

A criança “dispráxica” tem uma falta de organização do movimento. É possível confundir-se, às vezes, com a debilidade motora, por isto é necessário a realização de um diagnóstico diferencial por equipe multidisciplinar.
A causa pode estar relacionada a  hereditariedade e traumas ou lesões sofridos pelo cérebro, que o impedem de funcionar de maneira normal.

As maiores alterações podem ser notadas na organização do esquema corporal, na orientação espacial e temporal.

A criança deve ser atendida por profissionais da área da terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia onde deve ser estimulado o equilíbrio, aspectos emocionais (autonomia e segurança) visando um melhor desempenho nas atividades de vida diária.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE: SEM ELA NÃO HÁ INCLUSÃO

LOGOTIPO DA ACESSIBILIDADE MOSTRANDO OS SÍMBOLOS LIGADOS A DEFICIÊNCIA VISUAL, AUDITIVA E FÍSICA

 

ACESSIBILIDADE: SEM ELA NÃO HÁ INCLUSÃO

A acessibilidade pressupõe a eliminação de barreiras que impedem o funcionamento de um indivíduo, da forma mais eficiente possível, no meio social, familiar e escolar.

Estas barreiras podem ser de ordem:

- arquitetônica: eliminação de barreiras físicas que impedem a circulação e o uso independente de dependências públicas e privadas;

- metodológica: adequação dos métodos de ensino de forma que estes possam maximizar o potencial dos alunos respeitando as suas características pessoais, limitações e valorizando suas habilidades específicas;

- instrumental: adequação de materiais que ajudem a eliminar as barreiras entre o mundo físico e escolar da criança com vistas a dar as mesmas oportunidades de acesso ao ensino e a aprendizagem;

- atitudinais: diminuir o preconceito e a falta de expectativa em relação a produtividade e aprendizagem de quem apresenta alguma necessidade especial.

A acessibilidade pode redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade.

Uma deficiência é algo inerente ao corpo, a condição física da pessoa. Se em sou cega, surda ou deficiente física, esteja o mundo acessível ou não a minha deficiência continuará lá.

Contudo, eu posso ter uma deficiência mas não ser incapaz pois quem define a minha incapacidade são as barreiras que o meio impõe.

Um cego pode ter dificuldades para usar um computador mas, através de softwares específicos, que permitam a leitura de tela e com sintetizadores de voz a incapacidade desaparece mesmo que a deficiência ainda continue lá pois ele não vai deixar de ser cego.

A tecnologia assistiva levou a educação a um outro patamar a partir do momento que passou a possibilitar suporte mecânico, elétrico, eletrônico e computadorizado a pessoas com deficiência.

O que a nossa sociedade precisa é redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade adotando o conceito de desvantagem.

 

 

 

 

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE X INCLUSÃO

LOGOTIPO INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE COM CINCO GRAVURAS ACIMA DO TÍTULO NDICANDO FORMAS DE ACESSIBILIDADE

ACESSIBILIDADE X INCLUSÃO

A acessibilidade pressupõe a eliminação de barreiras que impedem o funcionamento de um indivíduo, da forma mais eficiente possível, no meio social, familiar e escolar.

Estas barreiras podem ser de ordem:

- arquitetônica: eliminação de barreiras físicas que impedem a circulação e o uso independente de dependências públicas e privadas;

- metodológica: adequação dos métodos de ensino de forma que estes possam maximizar o potencial dos alunos respeitando as suas características pessoais, limitações e valorizando suas habilidades específicas;

- instrumental: adequação de materiais que ajudem a eliminar as barreiras entre o mundo físico e escolar da criança com vistas a dar as mesmas oportunidades de acesso ao ensino e a aprendizagem;

- atitudinais: diminuir o preconceito e a falta de expectativa em relação a produtividade e aprendizagem de quem apresenta alguma necessidade especial.

A acessibilidade pode redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade.

Uma deficiência é algo inerente ao corpo, a condição física da pessoa. Se em sou cega, surda ou deficiente física, esteja o mundo acessível ou não a minha deficiência continuará lá.

Contudo, eu posso ter uma deficiência mas não ser incapaz pois quem define a minha incapacidade são as barreiras que o meio impõe.

Um cego pode ter dificuldades para usar um computador mas, através de softwares específicos, que permitam a leitura de tela e com sintetizadores de voz a incapacidade desaparece mesmo que a deficiência ainda continue lá pois ele não vai deixar de ser cego.

A tecnologia assistiva levou a educação a um outro patamar a partir do momento que passou a possibilitar suporte mecânico, elétrico, eletrônico e computadorizado a pessoas com deficiência.

O que a nossa sociedade precisa é redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade adotando o conceito de desvantagem.

Todos os ambientes devem ser desenhados de forma a não segregar ou excluir pessoas promovendo a socialização e a integração entre os indivíduos com diferentes condições físicas, mentais e sensoriais. Desta forma, ambientes e equipamentos adaptados não devem ser isolados dos demais espaços, possibilitando o uso independente, na medida do possível, por indivíduos com habilidades e restrições diferen

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INCLUSÃO: ADEQUAÇÃO POSTURAL

MENINA-COM-PARALISIA-CEREBRAL-SENTADA-NO-CHÃO-SORRINDO-BRINCANDO-COM-A-AJUDA-DE-UM-ADULTO-COM-UM-BRINQUEDO-COLORIDO.jpg July 21, 2014

ADEQUAÇÃO POSTURAL

A adequação postural é muito importante para o processo de aprendizagem de um aluno seja este, ou não portador de alguma necessidade especial.

 
Para as crianças sem necessidades especiais, esta é importante para garantir um postura correta que não acarrete esforço físico desnecessário o qual possa interferir na sua capacidade de atenção e concentração durante as atividades propostas.

 
Para as crianças que apresentam alguma necessidade especial, está é condição essencial para o seu sucesso, adaptação e inclusão escolar.

 
A maior preocupação que devemos ter, em relação a adequação corporal, é de dar conforto, alinhamento postural, estabilidade e possibilidade de participação do aluno nas atividades de vida diária e escolares com a máxima segurança e conforto.

 
Um aluno com problemas físicos de correntes de paralisia cerebral, distrofia muscular progressiva, lesão muscular, doenças degenerativas, que sofreram traumatismo craniano ou amputações podem necessitar de recursos adicionais para se locomover e adquirir sua independência.

 
Os benefícios da postura sentada correta são a melhora de função respiratória, digestiva e circulatória, possibilidade de participação nas atividades escolares o que favorece a sua autoestima pois melhora a qualidade de vida.

 
Um indivíduo que não tem uma adequação corporal correta tem uma carga de dependência e é considerado de forma errônea como um aleijado, incapacitado e doente. Com recursos que garantam uma boa adequação postural ele passa a ser independente, participativo e satisfeito.

 
Os objetivos da adequação postural deve ser adquirir uma postura confortável, aliviar a pressão, aumentar a função, dar suporte corporal e, sua utilização deve ser ajustada frequentemente.

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INCLUSÃO: MATERIAL INFORMATIVO SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA

FOTO DE UM TECLADO ADAPTADO SENDO ACIONADO PELO PÉ DE UM ALUNO

MATERIAL INFORMATIVO SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA

 

Nos links abaixo temos alguns artigos interessantes sobre tecnologia assistiva que pode auxiliar professores e pais a se aprofundarem nesta área.

Os links abaixo, disponibilizados na internet, contam com os seguintes assuntos:

A utilização da tecnologia assistiva na vida cotidiana da criança com deficiência. Renato Varela e Fátima Oliver.

TECNOLOGIA ASSISTIVA NO COTIDIANO DE DEFIICIENTES

 

Inclusão escolar: a utilização da tecnologia assistiva na educação escolar. Crislayne Santana, Alex Santos e Aline Pereira.

TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO REGULAR

 

Tecnologia assistiva: uma revisão do tema. Patrícia Rodrigues e Lynn Alves.

TECNOLOGIA-ASSISTIVA-REVISÃO-DO-TEMA.pdf

 

A tecnologia e o desenvolvimento cognitivo da criança com paralisia cerebral. Ana Irene Oliveira, Ricardo Pinto e Eder Ruffeil.

TECNOLOGIA ASSISTVA PC

 

Adaptação curricular: uso das tecnologias assistivas. Ingrid Adam e Viviane Regiani.

TECNOLOGIA ASSITIVA E ADAPATAÇÃO CURRICULAR

 

Material Pedagógico e tecnologias assistivas. Elizabeth Dias de Sá.

 

TECNOLOGIA ASSISTIVA E MATERIAL PEDAGÓGICO

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INCLUSÃO: MATERIAL INFORMATIVO: DEFICIÊNCIA FÍSICA

ALUNO EM UMA CADEIRA DE RODAS COM A PROFESSORA AGACHADA AO LADO E SORRINDO

MATERIAL INFORMATIVO; DEFICIÊNCIA FÍSICA

 

  • A EDUCAÇÃO FÍSICA E OS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA.

06 – deficientes

 

  • A ACESSIBILIDADE DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NA ESCOLA. ELISA SOUZA E HELENICE TAVARES.

ACESSIBILIDADE

 

REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA. CONCEITUANDO A DEFIICIÊNCIA. VOLUME 34.

REVISTA DA SAUDE PUBLICA

 

INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: CONQUISTAS E DESAFIOS. FLÁVIA SILVA E MARIA VOLPINI.

 

INCLUSÃO ESCOLAR

 

ACESSIBILIDADE: A INCLUSÃO DO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA SOB O PONTO DE VISTA FILOSÓFICO. ÁLVARO MACIEL E FABIANA CIENA.

 

ACESSIBILIDADE

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INCLUSÃO: O QUE É ACESSIBILIDADE?

logo acessibilidade indicando uma pessoa cega, um deficiente físico e um surdo pelos simbolos que indicam cada deficiência

O QUE É ACESSIBILIDADE?

A acessibilidade pressupõe estruturar o ambiente para proporcionarmos condições para a utilização com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou sem mobilidade reduzida.

 
Desta forma, considera-se como barreiras qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade das pessoas de se comunicarem e terem acesso a informação.
Estas barreiras podem ser das mais variadas ordens como:

 

  •   Urbanísticas: inadequações em vias públicas e espaços de uso público;
  • Edificações: no entorno e no interior das edificações de uso público, coletivo e privado;
  •   Transportes: públicos, rodoviários, aéreos, ferroviários e particulares;
  •   Comunicação da informação: qualquer entrave que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens.

Um dos maiores desafios é alcançar uma sociedade inclusiva onde a urbanização deve ser adequada nos seguintes aspectos:

 

  •   Construção de calçadas adaptadas, rebaixamento dos meio fio, elevação das travessias de pedestres;
  •   Faixas de circulação acessíveis;
  •   Cabines telefônicas e terminais de autoatendimento bancários acessíveis;
  •   Telefones públicos sem cabines e com altura adequada;
  •   Vagas reservadas para o estacionamento de veículos com sinalização adequada;
  •   Sinalizações visuais, táteis e sonoras nas edificações;
  •   Elevadores adaptados com sinalização em tátil e sonora;
  • Rampas de acesso as edificações;
  •   Transporte adaptado.

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INCLUSÃO: TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA E MÚLTIPLA COM SEVERAS LIMITAÇÕES MOTORAS.

MENINA-COM-PARALISIA-CEREBRAL-USANDO-ÓCULOS-E-SORRINDO-EM-UMA-CADEIRA-ADAPTADA.jpg July 2, 2014 276 × 183

TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA E MÚLTIPLA COM SEVERAS LIMITAÇÕES MOTORAS.

Os indivíduos com deficiências físicas, múltiplas e motoras mais graves podem ter o seu acesso ao processo de aprendizagem facilitado pelo uso de adaptações físicas, órteses e próteses que substituem ou melhoram o funcionamento da função afetada.
De acordo com a classificação HEART (Horizontal European Activities in Rehabilitation Technology), a qual é apresentada de forma adaptada no documento EUSTAT (Empowering Users Through Assistive Technology), os auxílios prestados a pessoas com limitações motoras podem ser classificados em:

 

  • AUXÍLIO PARA A VIDA DIÁRIA: Talheres modificados, suportes para utensílios domésticos, roupas desenhadas para facilitar o vestir-se e despir-se, com abotoadores adaptados e recursos para transferência e apoio, Material pedagógico adaptado como tesoura, lápis engrossado, planos inclinados, adaptações para virar páginas de cadernos e livros e jogos com imã, velcro e outros materiais.
  • COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA:  Uso de vocalizadores e pranchas de comunicação.
  • ACESSIBILIDADE AO COMPUTADOR: Teclados adaptados; teclado virtual com e sem predição de palavras, expandido, reduzido e colmeia para teclado, Mouses adaptados: joysticks, acionadores e mouses que podem ser controlados por diversas partes do corpo como ocular, pedal e capacete com ponteira, Equipamentos de saída: síntese de voz, monitores especiais, leitores de tela.
  • SISTEMA DE CONTROLE DO AMBIENTE:  Controles remotos, acionados por diversas partes do corpo, para ligar e desligar aparelhos como a luz, telefone, televisores, ventiladores, abrir e fechar portas, acionar sistemas de segurança e realizar e receber chamadas telefônicas.
  • ADEQUAÇÃO POSTURAl:  Cadeiras de rodas, classes adaptados e encostos para ajuste da postura
  • PROJETO ARQUITETÔNICO DE ACESSIBILIDADE:  Colocação de rampas e elevadores nos ambientes, banheiros e mobiliários adaptados.
  • ÓRTESES E PRÓTESES:  Para a mobilidade (próteses), para a função manual (abdutores para a escrita, digitação e utilização de talheres) e para a correção postural.
  • AUXÍLIO NA MOBILIDADE:  Bengalas, muletas, andadores, cadeiras de rodas elétricas e manuais e Scooters
  • ADAPTAÇÃO EM VEÍCULOS:  Particulares e coletivos

Por outro lado, quando falamos em deficiências múltiplas nas escolas regulares, a maior parte dos professores temem a inclusão de alguns alunos como no caso da surdocegueira.

 

 

A surdocegueira é uma deficiência complexa que cria desafios extremos na comunicação, no desenvolvimento de relações interpessoais, comportamento, integração sensorial, desenvolvimento motor e cognitivo.
Estes indivíduos necessitam de profissionais que possam comunicar-se com eles e façam a intermediação com o mundo que os rodeia, ou seja, informando sobre tudo que acontece de forma a acabar com o vazio da privação sensorial.
Sendo assim, na escola, é imprescindível o uso de recursos como alfabeto manual para surdocego (alfabeto dactilológico), teclado adaptado em Braille, tábua de ressonância, tabelas alfabéticas, Tellatouch e Tadoma.

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