INCLUSÃO: ALFABETO EM LIBRAS

LETRAS EM LIBRAS - LETRA A

 

ALFABETO EM LIBRAS

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA A
LETRAS EM LIBRAS – LETRA A

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA B
LETRAS EM LIBRAS – LETRA B

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA C
LETRAS EM LIBRAS – LETRA C

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA D
LETRAS EM LIBRAS – LETRA D

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA E
LETRAS EM LIBRAS – LETRA E

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA F
LETRAS EM LIBRAS – LETRA F

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA G
LETRAS EM LIBRAS – LETRA G

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA H
LETRAS EM LIBRAS – LETRA H

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA I
LETRAS EM LIBRAS – LETRA I

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA J
LETRAS EM LIBRAS – LETRA J

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA K
LETRAS EM LIBRAS – LETRA K

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA L
LETRAS EM LIBRAS – LETRA L

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA M
LETRAS EM LIBRAS – LETRA M

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA N
LETRAS EM LIBRAS – LETRA N

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA O
LETRAS EM LIBRAS – LETRA O

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA P
LETRAS EM LIBRAS – LETRA P

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA Q
LETRAS EM LIBRAS – LETRA Q

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA R
LETRAS EM LIBRAS – LETRA R

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA S
LETRAS EM LIBRAS – LETRA S

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA T
LETRAS EM LIBRAS – LETRA T

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA U
LETRAS EM LIBRAS – LETRA U

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA W
LETRAS EM LIBRAS – LETRA W

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA X
LETRAS EM LIBRAS – LETRA X

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA Y
LETRAS EM LIBRAS – LETRA Y

 

LETRAS EM LIBRAS - LETRA Z
LETRAS EM LIBRAS – LETRA Z

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE: SEM ELA NÃO HÁ INCLUSÃO

LOGOTIPO DA ACESSIBILIDADE MOSTRANDO OS SÍMBOLOS LIGADOS A DEFICIÊNCIA VISUAL, AUDITIVA E FÍSICA

 

ACESSIBILIDADE: SEM ELA NÃO HÁ INCLUSÃO

A acessibilidade pressupõe a eliminação de barreiras que impedem o funcionamento de um indivíduo, da forma mais eficiente possível, no meio social, familiar e escolar.

Estas barreiras podem ser de ordem:

- arquitetônica: eliminação de barreiras físicas que impedem a circulação e o uso independente de dependências públicas e privadas;

- metodológica: adequação dos métodos de ensino de forma que estes possam maximizar o potencial dos alunos respeitando as suas características pessoais, limitações e valorizando suas habilidades específicas;

- instrumental: adequação de materiais que ajudem a eliminar as barreiras entre o mundo físico e escolar da criança com vistas a dar as mesmas oportunidades de acesso ao ensino e a aprendizagem;

- atitudinais: diminuir o preconceito e a falta de expectativa em relação a produtividade e aprendizagem de quem apresenta alguma necessidade especial.

A acessibilidade pode redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade.

Uma deficiência é algo inerente ao corpo, a condição física da pessoa. Se em sou cega, surda ou deficiente física, esteja o mundo acessível ou não a minha deficiência continuará lá.

Contudo, eu posso ter uma deficiência mas não ser incapaz pois quem define a minha incapacidade são as barreiras que o meio impõe.

Um cego pode ter dificuldades para usar um computador mas, através de softwares específicos, que permitam a leitura de tela e com sintetizadores de voz a incapacidade desaparece mesmo que a deficiência ainda continue lá pois ele não vai deixar de ser cego.

A tecnologia assistiva levou a educação a um outro patamar a partir do momento que passou a possibilitar suporte mecânico, elétrico, eletrônico e computadorizado a pessoas com deficiência.

O que a nossa sociedade precisa é redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade adotando o conceito de desvantagem.

 

 

 

 

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INCLUSÃO: DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O QUE É?

imagem de um rosto de uma mulher onde aparece a orelha e parte do ouvido e uma mão fazendo o movimento de quem quer ouvir algo

DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O QUE É?

A deficiência auditiva é caracterizada pela perda ou diminuição na capacidade de ouvir os sons e é ocasionada por qualquer problema que ocorra, em alguma da parte do ouvido, como malformação (causa genética) ou uma lesão na estrutura que compõem o aparelho auditivo.

As perdas vão desde a leve até graus mais avançados. Estas perdas podem ser classificadas como condutivas, mistas ou neurossensoriais.

As perdas condutivas são causadas por um problema localizado no ouvido externo e/ou médio que são responsáveis por conduzir o som até o ouvido interno. Nestes casos, a perda pode ser reversível.

As perdas neurossensoriais acontecem quando ocorre uma lesão no ouvido interno. Neste caso, não há problemas na condução do som, mas sim, uma diminuição na capacidade de perceber os sons fazendo com que as pessoas escutem menos e tenham maiores dificuldades em compreender as diferenças entre os sons.

As mistas ocorrem quando ambas as perdas ocorrem: a condutiva e a neurossensorial.

Cerca de 80% dos casos de surdez profunda podem ser resolvidas com aparelhos e, em muitos casos, se indica o implante coclear desde que o paciente atenda aos requisitos psicológicos, clínicos e audiológicos.

As causas da perda auditiva podem ser relacionadas com infecções (varíola, toxoplasmose, rubéola), exposição a ruídos externos extremos, envelhecimento fisiológico da audição e medicamentos tomados durante a gestação.

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INCLUSÃO: ACESSIBILIDADE X INCLUSÃO

LOGOTIPO INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE COM CINCO GRAVURAS ACIMA DO TÍTULO NDICANDO FORMAS DE ACESSIBILIDADE

ACESSIBILIDADE X INCLUSÃO

A acessibilidade pressupõe a eliminação de barreiras que impedem o funcionamento de um indivíduo, da forma mais eficiente possível, no meio social, familiar e escolar.

Estas barreiras podem ser de ordem:

- arquitetônica: eliminação de barreiras físicas que impedem a circulação e o uso independente de dependências públicas e privadas;

- metodológica: adequação dos métodos de ensino de forma que estes possam maximizar o potencial dos alunos respeitando as suas características pessoais, limitações e valorizando suas habilidades específicas;

- instrumental: adequação de materiais que ajudem a eliminar as barreiras entre o mundo físico e escolar da criança com vistas a dar as mesmas oportunidades de acesso ao ensino e a aprendizagem;

- atitudinais: diminuir o preconceito e a falta de expectativa em relação a produtividade e aprendizagem de quem apresenta alguma necessidade especial.

A acessibilidade pode redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade.

Uma deficiência é algo inerente ao corpo, a condição física da pessoa. Se em sou cega, surda ou deficiente física, esteja o mundo acessível ou não a minha deficiência continuará lá.

Contudo, eu posso ter uma deficiência mas não ser incapaz pois quem define a minha incapacidade são as barreiras que o meio impõe.

Um cego pode ter dificuldades para usar um computador mas, através de softwares específicos, que permitam a leitura de tela e com sintetizadores de voz a incapacidade desaparece mesmo que a deficiência ainda continue lá pois ele não vai deixar de ser cego.

A tecnologia assistiva levou a educação a um outro patamar a partir do momento que passou a possibilitar suporte mecânico, elétrico, eletrônico e computadorizado a pessoas com deficiência.

O que a nossa sociedade precisa é redefinir os conceitos de deficiência e incapacidade adotando o conceito de desvantagem.

Todos os ambientes devem ser desenhados de forma a não segregar ou excluir pessoas promovendo a socialização e a integração entre os indivíduos com diferentes condições físicas, mentais e sensoriais. Desta forma, ambientes e equipamentos adaptados não devem ser isolados dos demais espaços, possibilitando o uso independente, na medida do possível, por indivíduos com habilidades e restrições diferen

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INCLUSÃO: O QUE É LIBRAS?

IMAGEM DE UM ALFABETO MANUAL

O QUE É LIBRAS?

LIBRAS (língua Brasileira de Sinais) é usada pela maioria das pessoas surdas. A sua origem vem da linguagem de sinais francesa mas, ao contrário do que muitos acreditam, a língua de sinais não é universal.

Cada país possui a sua e está é influenciada pela cultura nacional.

Para se comunicar em LIBRA é necessário mais do que conhecer sinais. Precisamos conhecer a sua gramática para poder combinar frases e, consequentemente, estabelecer uma comunicação.

Os sinais são a combinação de movimentos e de articulação das mãos e do corpo onde, juntos, compõem as unidades básicas da língua de sinais.

Através da LIBRAS, os surdos transmitem suas ideias.

A LIBRAS possui regras gramaticais. A sua fonologia, morfologia, sintaxe e semântica é dada por meio de sinais.

O que difere é a sua articulação. Muitos confundem a LIBRAS com a datilologia, ou alfabeto manual, usado para soletrar as palavras.

Nas gravuras abaixo podemos notar, claramente, a diferença entre a libras e a língua portuguesa no que se refere a construção das sentenças.

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Para conhecer mais sobre a Língua Brasileira dos Sinais sugerimos a cartilha abaixo:

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INCLUSÃO: O AEE PARA A PESSOA SURDA

MENINO AFASTANDO COM AS MÃOS AS ORELHAS MOSTRANDO QUE QUER OUVIR

O AEE PARA A PESSOA SURDA

O atendimento educacional especializado, para uma pessoa surda, é de suma importância para que ele possa se desenvolver e participar de forma eficiente, independente e produtiva na sociedade a qual está inserido.

 
A sala de aula deve ser dotada de estímulos visuais que colaborem para a aprendizagem das diversas disciplinas, valores, habilidades e competências necessárias para a sua continuidade nos estudos e inserção no mercado de trabalho.

 
Estes estímulos devem ser bem organizados e adequados às necessidades educacionais dos alunos envolvidos de forma a enriquecer os diversos conteúdos didáticos.

 
A criatividade e a variedade destes estímulos é que vão fazer a diferença para este aluno. Contudo, não adianta variar os estímulos se existir uma barreira na comunicação do aluno surdo com o mundo ouvinte.

 
A maior dificuldade que enfrentamos para a inclusão de alunos surdos, nas escolas regulares, é a falta de professores que realmente dominem LIBRAS e a falta de tradutores e interpretes nas escolas regulares.

 
Esta questão acaba atrapalhando o desenvolvimento destes alunos, pois, para que tenham sucesso, os professores do atendimento especializado e das diversas sisciplinas deveriam dominar LIBRAS e trabalhar junto com o professor de LIBRAS para planejarem as atividades, rever as prioridades e trabalhar de forma concreta e efetiva em cima dos erros e acertos.

 
O atendimento educacional especializado, para o aluno surdo, é imprescindível e tem que ser quase que diário e este atendimento deve ser também aos professores que atuam junto com os alunos.

 
A inclusão de um aluno surdo deve se preocupar em:

 

  • - reunir toda a comunidade escolar, antes da entrada do aluno, para que esta inclusão não seja imposta, e sim, uma decisão coletiva que seja encarada como um compromisso coletivo;
  • - realizar o encaminhamento deste aluno para o atendimento educacional especializado para realizar uma avaliação diagnóstica que permita diagnosticar as áreas fortes e fracas deste aluno, as suas necessidades, potencialidades e interesses;
  • - proporcionar a comunidade escolar cursos de LIBRAS e encontros com representantes da comunidade surda e com profissionais que atuam nesta área;
  • - a escola deverá contar um professor de LIBRAS e um professor de língua portuguesa que domine LIBRAS;
  • - proporcionar acesso a LIBRAS aos colegas deste aluno;
  • - adaptar o currículo escolar as necessidades deste aluno.

O ideal é que o professor de LIBRAS seja uma pessoa surda, pois é necessário uma intimidade com a língua para ensiná-la com eficiência e tranquilidade.

 
Além disso, quando estamos aprendendo entre ouvintes, temos a tendência de falar quando não conseguimos nos fazer entender e, com o surdo, temos que nos esforçar e usar nossas experiências anteriores para entender e nos fazer entender. Desta forma, estamos sempre resgatando sinais e assimilando com mais naturalidade.

 
O professor do atendimento educacional especializado tem que ter um bom domínio de LIBRAS, pois ele fará uma ponte deste aluno com o mundo dos ouvintes. Apesar da aprendizagem dos sinais estar sempre se aprimorando com a convivência entre o surdo e o ouvinte, este professor terá que ter um bom domínio inicial para que possa interagir com este aluno e ajuda-lo nas suas dificuldades diárias.

 
A este atendimento cabe a adaptação e o enriquecimento dos conteúdos curriculares, bem como a adaptação dos recursos didáticos. Este professor poderá usar métodos, técnicas e recursos didáticos organizados de acordo com a necessidade do aluno se existe uma barreira comunicativa entre eles.

 

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