INCLUSÃO: PORQUE MEU FILHO PERDEU O DIAGNÓSTICO DE AUTISMO? FOI UM ERRO DE DIAGNÓSTICO?

IMAGEM DE UM MENINO DE ÓCULOS COM VÁRIAS LETRAS VOANDO AO SEU REDOR

 

PORQUE MEU FILHO PERDEU O DIAGNÓSTICO DE AUTISMO? FOI UM ERRO DE DIAGNÓSTICO?

As pesquisas comprovam que um pequeno grupo de indivíduos, que apresentam um diagnóstico de transtorno do espectro autista, progrediram em seu desenvolvimento a ponto de não satisfazerem mais os critérios para o diagnóstico de TEA.

Existem várias teorias a respeito do porque isto acontece. Eles incluem a possibilidade de um diagnóstico errado inicial e a possibilidade de que o sucesso do tratamento pode, em alguns casos, produzir resultados que já não satisfazem os critérios para um diagnóstico de autismo.

Você também pode ouvir sobre crianças diagnosticadas com autismo que atingem status de autismo de alto funcionamento. Isso significa que eles apresentam resultados altos nos testes de QI, poucas comorbidades que afetam o funcionamento adaptativo, foram incluídos em escolas que valorizaram suas habilidades e respeitaram as sua individualidades  mas, mesmo assim,  ainda tem sintomas leves sobre traços da  personalidade e nos itens inclusos nos testes de diagnóstico.

Algumas crianças que já não cumprem os critérios para o diagnóstico de transtorno do espectro do autismo são posteriormente diagnosticado com déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno de ansiedade ou com a Síndrome de Asperger que atualmente não se aplica mais com as novas orientações do DSM-V.

Atualmente, não sabemos qual é a percentagem de pessoas com autismo vai avançar para o ponto onde eles “perdem o seu diagnóstico”.  Nó precisamos de mais pesquisas para determinar quais os fatores genéticos, fisiológicos ou de desenvolvimento pode prever quem vai alcançar tais resultados.

Nós sabemos que melhora significativa nos sintomas de autismo é mais frequentemente relatadas em conexão com intensa intervenção precoce, embora no momento, não podemos prever quais crianças terão essas respostas à terapia.

Sabemos também que muitas pessoas com autismo passar a viver uma vida independente  e que todos merecem a oportunidade de trabalhar de forma produtiva, desenvolver relacionamentos significativos e aproveitar a vida. Com a melhoria das intervenções e apoios disponíveis, as pessoas afetadas pelo autismo, poderemos ter melhores resultados em todas as esferas da vida.

 

FONTE: Autism Speaks

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INCLUSÃO: AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS PORTADORES DA SÍNDROME DE ASPERGER

IMAGEM DE UM JOGO DE PALAVRAS CRUZADAS ONDE A PALAVRA ASPERGER ESTÁ ESCRITA

 

AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS PORTADORES DA SÍNDROME DE ASPERGER

Para quem trabalha na área da educação, atendendo a alunos com Síndrome de Asperger, é comum observar algumas características que estão presentes com maior frequência no comportamento destes alunos.

As principais características que encontramos nos portadores da Síndrome de Asperger são:

- atenção a detalhes que muitas vezes passam desapercebidos para outras pessoas. Mas por outro lado, podem se agarrar a uma imagem maior sem entender as partes que formam o todo;

- altamente qualificados em suas áreas de interesse onde costumam fazer um estudo profundo do assunto em questão. Contudo, podem ter um conjunto desigual de habilidades onde são excelentes em algumas áreas e tem dificuldades em outras. Em algumas situações, podem ter dificuldades escolares por não terem motivação para estudar disciplinas que não são da sua área de interesse;

- eles apresentam um pensamento lógico que é muito útil para quem tem que tomar decisões onde as emoções não podem interferir mas, por outro lado manifestam em algumas situações dificuldades em perceber os estados emocionais dos outros;

- não se preocupam muito com que os outros pensam deles o que, em muitos casos, leva estes a se arriscarem mais e a não terem medo de expressar suas opiniões. Apesar de ser um aspecto positivo, isto os coloca em situações embaraçosas pois, dependendo do momento, podem ofender ou ser mal interpretados por colocações que não tem o intuito de oferecer devido a sinceridade excessiva;

- possuem um pensamento independente que os levam a ideias brilhantes devido a sua forma de olhar para as coisas, ideias e conceitos. Em alguns casos, podem manifestar dificuldades de processamento em atividades que requerem a modalidade auditiva e cinestésica;

- pensam mais em imagens e vídeos do que em palavras;

- geralmente são muito verbais e são propensos a dar descrições detalhadas que podem ser uteis em alguma profissões;

- sua forma de comunicação é direta e sem rodeios, com dificuldades em analisar e/ou resumir a informação para uma conversa;

- são leais, honestos e sinceros;

- executam as atividades sem julgamento moral;

- apresentam inteligência na média ou acima da média;

- podem manifestar problemas de integração sensorial onde os estímulos que entram podem ser registrados de forma desigual e distorcida, tendo dificuldade na triagem dos ruídos ao fundo;

- em alguns casos, podem manifestar dificuldades no planejamento executivo que comprometem o planejamento de tarefas a longo prazo.

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INCLUSÃO: O AUTISMO E OS DESAFIOS A SEREM SUPERADOS

IMAGEM DE UMA MENINA AUTISTA OLHANDO PARA BLOCOS QUE MONTAM CASINHAS

 

O AUTISMO E OS DESAFIOS A SEREM SUPERADOS

O s indivíduos que apresentam transtorno do espectro autista podem, muitas vezes, enfrentarem desafios relacionados a sua capacidade de interpretar os sinais sociais pelas suas dificuldades na função executiva e com a teoria da mente.

Entendemos como funcionamento executivo a habilidade de organizar, planejar, manter a atenção e inibir as respostas inadequadas e, em relação a teoria da mente a capacidade de ter empatia , ou seja, de se colocar no lugar do outro e perceber como as pessoas percebem e sentem.

Desta foram, eles podem prestar a atenção nos detalhes mas não no todo, ter dificuldades com o pensamento complexo por não lidarem bem com duas ou mais ordens dadas simultaneamente, em manter a atenção naquilo que não é de seu interesse ou em planejar a sua conduta organizando os seus pensamentos e para elaborar um planejamento sequenciado que leve a autorregulação da sua aprendizagem.

Temple Grandin disse uma vez: “eu não posso segurar um pedaço de informação na minha mente enquanto eu manipulo o próximo passo da sequência”

Pelas dificuldades na teoria da mente, eles podem ter dificuldades em reconhecer os sentimentos dos outros, não perceber se os atos das outras pessoas são intencionais ou não e não entender piadas e o sarcasmo.

Pelas suas dificuldades em lidar com as emoções eles tem dificuldades em prever o estado emocional dos outros, de perceber as intenções alheias, podem não compreender os impactos do seu comportamento no grupo e as convenções e regras sociais.

Para o trabalho escolar podemos ajudar estes alunos com  o uso de estratégias simples como:

- usar uma agenda de comunicação entre a família e a escola. Isto possibilita um trabalho conjunto que contribui para o bom rendimento escolar do aluno;

- quebre as atividades longas e complexas em pequenas partes para facilitar o entendimento. Dê uma ordem de cada vez, ou seja, ao invés de mandar fazer um resumo depois de ler o capítulo dois do livro de geografia, inverta a ordem solicitando de forma pausada que ele pegue o livro de geografia, abra no capítulo dois, leia o texto, pergunte o que ele leu e entendeu e, por fim, peça o resumo;

- use quadros de rotina, principalmente no início da escolarização, para ajudá-los a planejar a sua conduta pois estes alunos se apoiam bem mais em informações visuais que em informações verbais;

- planeje a sua aula de forma que tenha tempo para dar e repetir as instruções e dar assistência ao aluno. Uma boa forma é planejar uma explicação ou exposição para o grande grupo e, em um segundo, momento dar um material que a turma possa realizar uma atividade sozinha  e o professor possa sentar junto com este aluno para se certificar que ele entendeu o que foi proposto.

- coloque ele próximo a sua mesa mas não para superprotegê-lo, e sim, para poder intervir quando achar que ele se desorganizou.

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INCLUSÃO: A EDUCAÇÃO DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UM MENINO AMONTOANDO BLOCOS DE MADEIRA ONDE CONSEGUE ESCREVER A PALAVRA AUTISMO

 

A EDUCAÇÃO DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

O nosso objetivo com a educação de uma criança autista não pode ser apenas o de oportunizar a sua convivência social, e sim, ajuda-lo a funcionar no meio social da melhor maneira possível aumentando a frequência de comportamentos adaptativos e de autocuidado.

Estes comportamentos adaptativos desejáveis de ordem social, comunicativa, cognitiva e acadêmica eliminando ou minimizando o isolamento social, a estereotipia, a agressividade e a auto injúria.

As estereotipias incomodam e preocupam pais e professores pois esta é uma coisa rígida, sem flexibilidade, ritualizada, sem função aparente ou contextualizada.

Em alguns casos, estes alunos podem ter fixação em alinhar objetos, comer sempre a mesma coisa, querer sempre a mesma roupa, os mesmos brinquedos, entre outras atividades ritualizadas. Isto acontece pois eles tem um desenvolvimento partido, ou seja, algumas coisas fazem bem e outras não.

A ecolalia pode estar presente onde ele repete o que ouve sem entender. Pode passar horas repetindo uma palavra específica ou jargão de filmes. A sua conversa pode se limitar ao concreto pois eles tem dificuldades em entender metáfora.

Sua sensibilidade exagerada leva a reações exageradas onde cai e não chora mas, se alguém toca nele de leve, é tem uma reação exagerada.

O ensino para estas crianças muitas vezes, é incidental para ela mas para nós não. Temos que usar o ambiente natural da criança para trabalhar os seguintes aspectos:

- relação: incentivar o compartilhamento entre os sujeitos, a troca de turnos e as brincadeiras. Muitas vezes a criança com transtorno do espectro autista não quer emprestar um brinquedo porque não sabe que o brinquedo vai voltar para ele. Ele tem que prender a brincar usando os turnos, sua vez e a minha vez;

- interação: incentivar a ação entre os sujeitos e propor atividades que favoreçam as brincadeiras;

- pensamento: temos que ajudar o aluno a planejar a sua conduta e estruturar o seu pensamento pois este é linear, literal e lento. Pistas visuais ajudam muito para eles entenderem os passos de uma atividade ou a rotina da escola;

- simbolização: ajudar este aluno a sair do concreto para a representação mental, ou seja, o aluno não pode ficar dependente das dicas visuais e estas tem que ser tiradas gradativamente.

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INCLUSÃO: A TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL E O AUTISMO

IMAGEM DE UM MENINO AUTISTA VIRADO DE FRENTE PARA A PAREDE E ABRAÇANDO SEU URSINHO DE PELÚCIA

 

A TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL E O AUTISMO

Quando temos um aluno com transtorno do espectro autista, em nossa sala de aula, a estruturação do nosso trabalho é muito importante para ele vencer as suas dificuldades.

É muito comum os nossos alunos, com comprometimentos mais leves, terem dificuldades no ambiente escolar devido a rigidez comportamental, incapacidade de expressar seus sentimentos, ideias e opiniões de forma adequada e pelo fato de não lidarem bem com as questões sociais.

O nosso programa de trabalho deve procurar uma metodologia que possua uma série de passos simples e com ordens diretas as quais envolvam o aluno ativamente no processo, ajudando a criar  um ambiente social que reforce positivamente os comportamentos.

Quanto mais os alunos com transtorno do espectro autista forem expostos a habilidades sociais e ao treinamento do comportamento, mais eles irão interagir de forma efetiva com o ambiente.

Estes sujeitos apresentam  fortes  habilidades na área da linguagem, embora nem sempre estas estejam evidentes,  e devem que ser ensinados a expressar seus sentimentos e pensamentos de forma adequada.

A capacidade de interagir com os outros tem que ser trabalhada além do ensino de competências sociais, através de técnicas visuais (histórias e exercícios), que envolvam as crianças e adolescentes em situações reais.

Com atividades direcionadas para esta área, podemos corrigir ou melhorar o tom de voz monótona, a incapacidade de interpretar os sinais de comunicação dos outros e o contato visual.

A terapia cognitiva comportamental ajuda os portadores de transtorno do espectro autista  a regularem suas emoções, desenvolverem o controle dos impulsos e a melhorar o comportamento pois, em muitas situações, ele lutam com medos, ansiedades e com a depressão.

Este tipo de terapia ajuda a reduzir sentimentos e comportamentos ansiosos e depressivos pois se propõe a trabalhar para uma mudança de pensamentos e percepção das situações por meio de uma alteração na cognição, ou seja, de como o pensamento é processado.

Os terapeutas procuram reduzir comportamentos desafiadores tais como as interrupções, obsessões, colapsos ou explosões de raiva, além de ensiná-los a como se familiarizarem e identificarem certos sentimentos que possam surgir.

A terapia cognitiva comportamental ajuda a estabilizar as emoções, melhorar o comportamento e se preparar para responder de forma mais adequada em situações específicas.

 

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INCLUSÃO: O ALUNO AUTISTA E A ESCOLA: O QUE OS PROFESSORES DEVEM SABER PARA FACILITAR O PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR?

IMAGEM DE UMA MENINA AUTISTA OLHANDO PARA BLOCOS QUE MONTAM CASINHAS

 

O ALUNO AUTISTA E A ESCOLA: O QUE OS PROFESSORES DEVEM SABER PARA FACILITAR O PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR?

Os alunos que apresentam transtornos do espectro autista, pelos seus comprometimentos na comunicação, interação social e a fixação em atividades restritivas e estereotipadas, possuem algumas dificuldades na sua adaptação ao ambiente escolar.

As principais características que estes alunos apresentam são:

- tendência a isolar-se e, consequentemente se desligarem do ambiente externo onde não atendem quando chamados, evitam ou não mantém o contato visual;

- em alguns casos resistem ao contato físico e preferem brincar e trabalhar sozinhos;

- não demonstram medo em situações de perigo;

- manifestam uma labilidade emocional onde podemos notar birras, crises de choro sem motivo aparente;

- podem ser extremamente calmos ou hiperativos;

- manifestam dificuldades em lidar com a quebra de rotina e, a imprevisibilidade, gera ansiedade;

- costumam usar as pessoas como objetos;

- manifestam apego a objetos ou usam de forma inapropriada alguns objetos centrando, a sua atenção, em partes do objeto como, por exemplo, se fixar nas rodinhas ao invés do carro como um todo;

- podem ser sensíveis ao barulho e a algumas texturas;

- comunicação prejudicada onde a fala pode estar ausente ou, se está presente, pode manifestar ecolalia ou ter dificuldades para iniciar e manter uma conversa;

- entendem as coisas de forma literal e tem dificuldades em se colocar no lugar dos outros e de compreender os aspectos subjetivos presentes em uma conversa bem como compreender os desejos e sentimentos dos outros.

- capacidade sensorial alterada onde o tato, audição e visão podem ser mais sensíveis o que exige que o professor fale com um tom de voz mais calmo, baixo e tenha que manter a sala de aula organizada;

- geralmente, não brincam de faz de conta e tem dificuldades para interagir com o grupo em atividades que tenham que usar a imaginação e a criação de papéis.

 

 

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INCLUSÃO: MATERIAL SOBRE AUTISMO EM ESPANHOL

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MATERIAL SOBRE AUTISMO EM ESPANHOL

 

  • ES MEJOR SABER. APRENDA LOS SIGNOS. REACCIONE PRONTO.

AUTISMO FOTONOVELA EM ESPANHOL

 

  • EL AUTISMO Y LOS GENES. N.I.C.H.D.

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  • SINDROME DE ASPERGER: GUÍA PRÁCTICO PARA LA INTERVENCIÓN EM EL ÁMBITO ESCOLAR. ASOCIACIÓN SEVILLANA DE SÍNDROME DE ASPERGER.

GUIA ASPERGER DE INTERVENCION ESCOLAR

 

  • GUÍA PARA LA PRÁCTCA EDUCATIVA CON NIÑOS CON AUTISMO Y TRASTORNOS GENERALIZADOS DEL DESARROLLO: CURRÍCULUM Y MATERIALES DIDÁCTICAS.

GUIA DE AUTISMO PARA LA PRACICAS EDUCATIVAS

 

  • GUÍA PARA LA INTEGRACIÓN DEL ALUMNADO CON TEA EN EDUCACIÓN PRIMÁRIA. UNIVERSIDAD DE SALAMANCA.

GUIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA PRIMARI TEA

 

  • GUÍA LOS TRASTORNOS AFECTIVOS EM LA ESCUELA.

GUIA DOS TRANSTORNOS AFETIVOS NA ESCOLA

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INCLUSÃO: M-CHAT

LOGOTIPO DO M CHAT

 

M-CHAT

No texto abaixo está disponível a tradução do M-CHAT muito aplicado nos consultórios médicos para o diagnóstico inicial de autismo.

PREENCHA AS QUESTÕES ABAIXO SOBRE COMO A CRIANÇA REALMENTE É. CASO O COMPORTAMENTO EM QUESTÃO SEJA RARO, OU SE VOCÊ SÓ OBSERVOU UMA OU DUAS VEZES, POR FAVOR RESPONDER COMO NÃO.

COMPORTAMENTO SIM NÃO
1.Seu filho gosta de se balançar, pular em seu joelho, etc?
2.Seu filho tem interesse por outras crianças?
3.seu filho gosta de subir em coisas como escada e móveis?
4.Seu filho gosta de brincar de esconder e mostrar o rosto em brincadeiras de esconde-esconde?
5.Seu filho já brincou de faz de conta, por exemplo, fazer de conta que está falando em um telefone, que está cuidando de uma boneca, ou qualquer outra brincadeira de faz de conta?
6.Seu filho já usou o dedo indicador dele para apontar ou para pedir alguma coisa?
7.Seu filho já usou o dedo indicador dele para apontar ou indicar interesse em algo?
8.Seu filho consegue brincar de forma correta com brinquedos pequenos (ex: carros ou blocos) sem apenas colocar na boca, mexer no brinquedo ou deixar ele cair?
9.Seu filho alguma vez trouxe objetos para você (pais) para lhe mostrar este objeto?
10.Seu filho olha para você no olho por mais de um segundo ou dois?
11.Seu filho já pareceu muito sensível ao barulho tapando os ouvidos?
12.Seu filho sorri em resposta ao seu rosto ou ao seu sorriso?
13.Seu filho imita você? Ex: você faz expressões e caretas e seu filho imita.
14.Seu filho responde quando você chama pelo seu nome?
15.Se você aponta um brinquedo do outro lado do cômodo, o seu filho olha para ele?
16.Seu filho já sabe andar?
17. Seu filho olha para coisas que você está olhando?
18.Seu filho faz movimentos estranhos com os dedos perto do rosto dele?
19.Seu filho tenta atrair a sua atenção para a atividade dele?
20.Você alguma vez já se perguntou se seu filho é surdo?
21.Seu filho entende o que as pessoas dizem?
22.Seu filho as vezes fica aéreo, olhando para o nada ou caminhando sem direção alguma?
23.Seu filho olha para o seu rosto para conferir a sua reação quando vê algo estranho?

 

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INCLUSÃO: MATERIAL INFORMATIVO SOBRE AUTISMO

IMAGEM DE UM MENINO DEITADO DE LADO OLHANDO PARA O NADA COM UMA TORRE DE BLOCOS COLORIDOS EXPOSTA A SUA FRENTE MAS QUE NÃO ESTÁ CHAMANDO A SUA ATENÇÃO

MATERIAL INFORMATIVO  SOBRE AUTISMO

 

  • AUTISMO: A IMPORTÂNCIA DA FUNÇÃO MATERNANTE E O TRATAMENTO NA CONTEMPORANEIDADE. ELAINE GOMES.

AUTISMO E A FUNÇÃO MATERNANTE

  • AUTISMO E FAMÍLIA: PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NO TRATAMENTO E DESENVOLVIMENTO DOS FILHOS AUTISTAS. CYELLE CARMEM VASCONCELOS PEREIRA.

AUTISMO E FAMILIA

  • LISTA DE ATIVIDADES SUGERIDOS POR SCHOPLER PARA TRABALHAR COM CRIANÇAS AUTISTAS. ERICK SCHOPLER.

APOSTILLA SCHOPLER

  • AUTISMO: ALISSON FERNANDES, JOÃO NEVES E RAFAEL SCARAFICCI.

autismo

  • LINHA DE CUIDADO PARA A ATENÇÃO AS PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA E SUAS FAMÍLIAS NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.

linha_cuid_autismo

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INCLUSÃO: TEXTOS INFORMATIVOS SOBRE AUTISMO EM PORTUGUÊS

IMAGEM DE UMA CABEÇA DE LADO MONTADA COM PEÇAS DE QUEBRA CABEÇA COLORIDAS

TEXTOS INFORMATIVOS SOBRE AUTISMO EM PORTUGUÊS

  • AUTISMO INFANTIL E AS INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS NÃO MEDICAMENTOSAS. MARIA CRISTINA SALIM E LILIAN JUNQUEIRA.

Autismo-Infantil-Publicaçao

  • ENSINANDO INDIVÍDUOS COM ATRASO DE DESENVOLVIMENTO. TÉCNICAS BÁSICAS DE INTERVENÇÃO. OLVAR LOVAAS.

Autismo-Lovaas

  • AS CONSEQUÊNCIAS DO RECONHECIMENTO TARDIO PARA O PORTADOR DA SÍNDROME DE AUTISMO. CARINA SANTOS, DÉBORA FUSARI, INGRID THOMES E MIRIVAN RIOS.

AUTISMO RECONHECIMENTO TARDIO

  • MANUAL SOBRE AUTISMO. HANS (HELP AUTIS NOW SOCIETY).

MANUAL SOBRE AUTISMO

  • RISPERIDONA NO TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO (TEA). MINISTÉRIO DA SAÚDE.

Relatorio_Risperidona-Autismo-CP

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