INCLUSÃO: PORQUE MEU FILHO PERDEU O DIAGNÓSTICO DE AUTISMO? FOI UM ERRO DE DIAGNÓSTICO?

imagem de um menino de cabeça abaixada pensando

 

PORQUE MEU FILHO PERDEU O DIAGNÓSTICO DE AUTISMO? FOI UM ERRO DE DIAGNÓSTICO?

As pesquisas comprovam que um pequeno grupo de indivíduos, que apresentam um diagnóstico de transtorno do espectro autista, progrediram em seu desenvolvimento a ponto de não satisfazerem mais os critérios para o diagnóstico de TEA.

Existem várias teorias a respeito do porque isto acontece. Eles incluem a possibilidade de um diagnóstico errado inicial e a possibilidade de que o sucesso do tratamento pode, em alguns casos, produzir resultados que já não satisfazem os critérios para um diagnóstico de transtorno do espectro do autismo.

Você também pode ouvir sobre crianças diagnosticadas com autismo que atingem status de autismo de alto funcionamento. Isso significa que eles apresentam resultados altos nos testes de QI, poucas comorbidades que afetam o funcionamento adaptativo, foram incluídos em escolas que valorizaram suas habilidades e respeitaram as sua individualidades  mas, mesmo assim,  ainda tem sintomas leves sobre traços da  personalidade e nos itens inclusos nos testes de diagnóstico.

Algumas crianças que já não cumprem os critérios para o diagnóstico de transtorno do espectro do autismo são posteriormente diagnosticado com déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno de ansiedade ou com a Síndrome de Asperger que atualmente não se aplica mais com as novas orientações do DSM-V.

Atualmente, não sabemos qual é a percentagem de pessoas com autismo vai avançar para o ponto onde eles “perdem o seu diagnóstico”.  Nós precisamos de mais pesquisas para determinar quais os fatores genéticos, fisiológicos ou de desenvolvimento pode prever quem vai alcançar tais resultados.

Sabemos que a melhora significativa nos sintomas de autismo é mais frequentemente relatadas em conexão com intensa intervenção precoce, embora no momento, não podemos prever quais crianças terão essas respostas à terapia.

Sabemos também que muitas pessoas com autismo passar a viver uma vida independente  e que todos merecem a oportunidade de trabalhar de forma produtiva, desenvolver relacionamentos significativos e aproveitar a vida. Com a melhoria das intervenções e apoios disponíveis, as pessoas afetadas pelo autismo podem ter melhores resultados em todas as esferas da vida.

Fonte: Autism Speaks.

Read More

INCLUSÃO: O AUTISMO E A ANSIEDADE

imagem de um menino tapando os ouvidos com as mãos

 

O AUTISMO E A ANSIEDADE

 

A ansiedade é um problema real e sério para muitas pessoas no espectro do autismo, afetando 30% dos indivíduos diagnosticados com este transtorno.

Podemos observar distúrbios que incluem fobia social, ansiedade de separação, preocupação excessiva, transtorno obsessivo compulsivo e medos extremos, por exemplo, de aranhas ou ruído alto. Além disso, indivíduos com autismo podem ter dificuldades em controlar a ansiedade.

É importante lembrar que a ansiedade pode variar de flutuação, leve e completamente compreensível para incessante, severa e irracional.

A maioria das pessoas experimentam algum tipo de ansiedade em uma base regular e a ansiedade leve pode realmente ser uma força positiva, motivadora e que aumenta o nosso nível de esforço e atenção ao trabalhar ou se socializar. No entanto, os altos níveis de ansiedade interferem no sucesso na escola, no trabalho e nas situações sociais.

As pesquisas atuais sugerem que os adolescentes com autismo podem ser particularmente propensos a transtornos de ansiedade, enquanto, a taxa entre as crianças mais jovens no espectro, não difere da dos seus colegas da mesma idade. Alguns estudos igualmente sugerem que os indivíduos de alto funcionamento no espectro exibem taxas mais elevadas de transtornos de ansiedade.

As intervenções comportamentais, como a terapia cognitiva comportamental, podem ser muito úteis para os adolescentes e adultos com autismo.

Vários tipos de terapia cognitivo-comportamental têm sido desenvolvidos para tratar a ansiedade em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista, com promissores resultados de vários centros de pesquisa clínica.

É muito comum o terapeuta  usar personagens favoritos de uma criança e desenhos animados para modelar as habilidades de enfrentamento, ou intercalam conversas sobre esta paixão especial da criança durante toda a sessão de tratamento para promover a motivação e engajamento.

Dependendo do programa, as sessões de tratamento semanal geralmente duram de 60 a 90 minutos e continuar durante 6 a 16 semanas. É comprovado que estas terapias produzem melhoras significativas na ansiedade, comunicação social e outras habilidades da vida diária.

Fonte: Autism Speaks.

Read More

INCLUSÃO: O AUTISMO E O TDAH

imagem de um menino vestido de super homem

O AUTISMO E O TDAH

Os pais e os pesquisadores sabem há muito tempo que o transtorno de déficit de atenção / hiperatividade (TDAH) muitas vezes acompanha o autismo. Estudos recentes têm ajudado a aprofundar nossa compreensão sobre por que isso acontece e como isso afeta a qualidade de vida.

Nos EUA, um estudo sobre as mudanças genéticas nos indivíduos com autismo e TDAH, mostrou que as alterações genéticas observadas nos indivíduos com TDAH, envolvem frequentemente os mesmos genes associados no autismo.

Esta descoberta pode ajudar a explicar por que muitos dos que estão no espectro do autismo também lutam com os sintomas de TDAH. Em outras palavras, se esses transtornos compartilham um fator de risco genético, é lógico que muitas vezes ocorrem em conjunto. Esses insights podem melhorar a forma como diagnosticar e tratar estas questões.

Outro estudo olhou para a frequência com que os pais veem os sintomas de TDAH em seus filhos e como estes sintomas afetam o funcionamento e qualidade de vida diária de seus filhos. Ficou claro que mesmo que os sintomas de TDAH estejam presentes, prejudicando a qualidade de vida, poucos indivíduos recebem medicação para aliviar os sintomas.

Estudos têm mostrado que a longo medicamentos TDAH melhorar a qualidade de vida para muitas pessoas. No entanto, precisamos de mais investigação sobre a forma como estes medicamentos funcionam para as pessoas que também são afetadas pelo autismo.

Os estimulantes podem produzir efeitos secundários, tais como diminuição do apetite, irritabilidade, explosões emocionais e dificuldade em adormecer. O importante, é ficar atento se uma pessoa responde negativamente a um destes medicamentos, pois outro pode ser menos problemático. Em um nível prático, isso pode exigir um período experimental de vários medicamentos diferentes antes de achar o medicamento com o maior benefício e menos efeitos secundários é encontrado.

É importante trabalhar com o médico e terapeutas comportamentais para adequar o tratamento as necessidades do indivíduo.

Fonte: Autism Speaks.

Read More

INCLUSÃO: AS DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO DA INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UMA CRIANÇA E UMA MULHER SE COMUNICANDO POR SINAIS

 

AS DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO DA INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

As crianças, adolescentes e adultos que apresentam transtornos do espectro autista manifestam, com frequência, dificuldades de comunicação que não envolvem apenas o fato de serem verbais ou não verbais, mas sim, dificuldades para expressar seus desejos, opiniões e necessidades de forma espontânea e funcional.

Aos três anos, a maioria das crianças já passaram por marcos previsíveis no caminho para a aprendizagem de língua oral. Um dos primeiros é balbuciando. Até o primeiro aniversário, crianças com desenvolvimento típico, verbalizam uma ou duas palavras, viram e olham quando ouvem seus nomes e apontam para objetos que eles querem ou querem mostrar a alguém.

Quando é oferecido algo que não lhe agrada, eles deixam claro, pelo som ou expressão, que a resposta é “não”.

As crianças com transtorno do espectro do autismo, em geral, apresentam um atraso no balbuciar, falar e usar gestos. Pode acontecer casos em que a criança desenvolve a habilidade de balbuciar, nos primeiros meses de vida, e depois para com os comportamentos comunicativos. Outros, apresentam atraso na linguagem comunicativa e começam a falar mais tarde.

Contudo, com terapia adequada, a maioria das pessoas com autismo aprendem a usar a linguagem falada e todos podem aprender a se comunicar.

Muitas crianças e adultos não-verbais, aprender a se comunicar usando sistemas de comunicação, tais como imagens (PECS), linguagem de sinais, processadores de texto eletrônicos ou dispositivos, mesmo de geração de fala.

Quando a linguagem começa a se desenvolver, a pessoa com autismo pode utilizar a voz de forma inusitada. Alguns têm dificuldade em combinar palavras em frases com sentido. Podem falar apenas palavras simples ou repetir a mesma frase ou palavras várias vezes (ecolalia).

Algumas crianças levemente afetadas exibem, apenas, ligeiros atrasos na linguagem, ou mesmo, desenvolvem a linguagem precoce mas com dificuldade em manter uma conversa.

Algumas crianças e adultos com autismo tendem a fazer um monólogo sobre seu assunto favorito, dando aos outros pouca chance de comentar

Outra dificuldade comum é a incapacidade de entender a linguagem corporal, tom de voz e expressões acabam sendo interpretadas literalmente. É comum os indivíduos que apresentam transtorno do espectro autista utilizar expressões faciais, movimentos e gestos que não coincidem com o que estão fazendo.

Seu tom de voz, muitas vezes, não reflete seus sentimentos sendo monótono e sem variação parecendo “um robô”. Isto pode tornar difícil aos outros entenderem as suas intenções. A frustração por não se fazer entender pode levar eles a gritarem e exaltar-se por não saber lidar com a ansiedade gerada.

À medida que a pessoa com autismo aprende a comunicar o que ele ou ela quer, comportamentos desafiadores e birras, muitas vezes tendem a diminuir.

Fonte: Autism Speaks

Read More

INCLUSÃO: O PLANO DE INTERVENÇÃO PARA UM INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UM CORAÇÃO MONTADO COM PEÇAS DE QUEBRA CABEÇA

 

O PLANO DE INTERVENÇÃO PARA UM INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Cada criança ou adulto com autismo é única e, portanto, cada um plano de intervenção autismo deve ser adaptado para atender às necessidades específicas.

A intervenção pode envolver tratamentos comportamentais, medicamentos ou ambos. Muitas pessoas com autismo têm condições médicas adicionais, tais como distúrbios do sono, convulsões e problemas gastrointestinais e estes aspectos tem que ser levado em conta quando pensamos nas intervenções comportamentais.

Intervenção comportamental intensiva precoce envolve toda a família de uma criança, trabalhando em conjunto com uma equipe de profissionais. Em alguns programas de intervenção precoce, terapeutas entram em casa para prestar serviços e ajustar a rotina da família.

Ao entrar na escola, devemos ter uma preocupação com o treinamento das habilidades sociais e com as estratégias de ensino que serão adotadas.

Nos adolescentes, temos que nos preocupar com o acompanhamento psicológico para que eles possam ampliar a sua interação social e lidar com as questões inerentes deste período do desenvolvimento garantindo uma transição tranquila que levem a maturação, independência a atuação produtiva no mercado de trabalho.

A intervenção precoce e o ensino pré-escolar deve se preocupar nas principais áreas afetadas, ou seja, as habilidades sociais, linguagem, comunicação, imitação, habilidade de jogo, a vida diária e as habilidades motoras onde a criança possa desenvolver estas habilidades interagindo com os seus pares que apresentam desenvolvimento típico.

No ensino fundamental, a alfabetização exige um trabalho conjunto entre família e escola para que este indivíduo possa transferir a aprendizagem de um contexto para outro. Muitos alunos com autismo podem necessitar de planos de adaptação curriculares individualizados que, além de prever os conteúdos didáticos, levem em conta o desenvolvimento de habilidades e competências.

A escolha do método de alfabetização não é um consenso entre os especialistas. O mais importante é que o professor domine o método a ser adotado.

No Brasil, o construtivismo que é o método mais indicado nos parâmetros curriculares nacionais não seria o mais indicado pois a criança com autismo tem dificuldades de refletir sobre a própria escrita. Alguns professoras colocam que tem mais facilidade na utilização de métodos sintéticos (alfabético, silábico e fônico) do que com métodos analíticos ( palavração, sentenciação e método global).

Professores de alunos com transtorno do espectro autista, colocam que pelo método fônico as crianças aprendem a letra e  o som que ela produz e, mesmo os alunos não verbais, podem ver o movimento que é feito para emitir algum som facilitando a aprendizagem.

Na vida adulta, a nossa preocupação deve ser a independência para o posterior ingresso no mercado de trabalho de forma produtiva.

Read More

INCLUSÃO: OS COMPORTAMENTOS REPETITIVOS E O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UM MENINO MORENO DE PERFIL COM O OLHAR VAGO DIRECIONADO PARA O CHÃO

 

OS COMPORTAMENTOS REPETITIVOS E O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Os comportamentos repetitivos são um dos sintomas do transtorno do espectro autista que atrapalham a interação social deste indivíduo e prejudicam a sua relação com o mundo.

É comum observarmos comportamentos repetitivos incomuns e / ou uma tendência a se envolver em um leque restrito de atividades que incluem  balanças as mãos, balançar o corpo, pular e girar, organizar e reorganizar os objetos e repetir sons, palavras ou frases. Às vezes o comportamento repetitivo é auto-estimulante, tal como mexer os dedos na frente dos olhos.

Estas crianças passam horas colocando objetos e brinquedos em fila de uma maneira específica em vez de brincar com estes. Sua brincadeira não é funcional.

Pequenas mudanças, ou tentativas de romper com este ritual, podem ser extremamente estressantes e levar a explosões. O fato que mas preocupa pais e professores é que estes comportamentos repetitivos podem se tornar uma preocupação intensa e obsessiva para a criança e seus conteúdos tomam formas incomuns que alteram a rotina da criança como ficar horas olhando para um ventilador girando.

As crianças mais velhas e os adultos podem desenvolver um interesse enorme em números, símbolos, datas ou temas de ciências perdendo horas repetindo os pontos de interesse.

 

Read More

INCLUSÃO: AS DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO DO INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UM MENINO LOURO OLHANDO POR UMA JANELA REDODA VERDE

 

AS DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO DO INDIVÍDUO QUE APRESENTA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

As crianças, adolescentes e adultos que apresentam transtornos do espectro autista manifestam, com frequência, dificuldades de comunicação que não envolvem apenas o fato de serem verbais ou não verbais, mas sim, dificuldades para expressar seus desejos, opiniões e necessidades de forma espontânea e funcional.

Aos três anos, a maioria das crianças já passaram por marcos previsíveis no caminho para a aprendizagem de língua oral. Um dos primeiros é balbuciando. Até o primeiro aniversário, crianças com desenvolvimento típico, verbalizam uma ou duas palavras, viraram e olham quando ouvem seus nomes e apontam para objetos que eles querem ou querem mostrar a alguém.

Quando é oferecido algo que não lhe agrada, eles deixam claro, pelo som ou expressão, que a resposta é “não”.

As crianças com autismo, em geral, apresentam um atraso no balbuciar, falar e usar gestos. Pode acontecer casos em que a criança desenvolve a habilidade de balbuciar, nos primeiros meses de vida, e depois para com os comportamentos comunicativos. Outros, apresentam atraso na linguagem comunicativa e começam a falar mais tarde.

Contudo, com terapia adequada, a maioria das pessoas com autismo aprendem a usar a linguagem falada e todos podem aprender a se comunicar.

Muitas crianças e adultos não-verbais, aprender a se comunicar usando sistemas de comunicação, tais como imagens (PECS), linguagem de sinais, processadores de texto eletrônicos ou dispositivos, mesmo de geração de fala.

Quando a linguagem começa a se desenvolver, a pessoa com autismo pode utilizar a voz de forma inusitada. Alguns têm dificuldade em combinar palavras em frases com sentido. Podem falar apenas palavras simples ou repetir a mesma frase ou palavras várias vezes (ecolalia).

Algumas crianças levemente afetadas exibem, apenas, ligeiros atrasos na linguagem, ou mesmo, desenvolver a linguagem precoce mas com dificuldade em manter uma conversa.

Algumas crianças e adultos com autismo tendem a fazer um monólogo sobre seu assunto favorito, dando as outros pouca chance de comentar

Outra dificuldade comum é a incapacidade de entender a linguagem corporal, tom de voz e expressões que não são destinadas a ser interpretadas literalmente. É comum os indivíduos que apresentam transtorno do espectro autista utilizar expressões faciais, movimentos e gestos que não coincidem com o que estão fazendo.

Seu tom de voz, muitas vezes, não refletem seus sentimentos sendo monótono em sem variação plana parecendo “um robô”. Isto pode tornar difícil aos outros entender as suas intenções. A frustração por não se fazer entender pode levar estes a gritarem e exaltar-se por não se fazer entender.

À medida que a pessoa com autismo aprende a comunicar o que ele ou ela quer, comportamentos desafiadores e birras, muitas vezes tendem a diminuir.

Read More

INCLUSÃO: AS DIFICULDADES DE RELACIONAMENTO SOCIAL DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

IMAGEM DE UM MENINO SENTDO DE COSTAS OLHANDO PARA A UMA PAREDE COM UM DADO NA MÃO

 

AS DIFICULDADES DE RELACIONAMENTO SOCIAL DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

As crianças com transtorno do espectro autista manifestam algumas dificuldades no relacionamento social, ou seja, na interação com as outras pessoas e com o mundo ao seu redor.

Normalmente as crianças em desenvolvimento são sociais por natureza. Elas olham rostos, voltar-se para vozes, seguram um dedo e mesmo começam a sorrir por 2 a 3 meses de idade.

Em contraste, a maioria das crianças que desenvolvem autismo têm dificuldade em se engajar no dar e receber nas interações humanas diárias.

Por volta dos 8 a 10 meses de idade, muitas crianças com autismo manifestam alguns sintomas como falta de resposta a seus nomes, pouco interesse nas pessoas e atraso no balbuciar. Estas crianças manifestam dificuldades os jogos sociais, não imitam as ações dos outros e preferem brincar sozinhas.

Outro aspecto que pode ser observado, é o fato de não buscarem conforto ou responder ao afeto dos pais parecendo estarem desconectadas do mundo a sua volta.

Tanto as crianças, como adultos com autismo, tendem a ter dificuldade em interpretar o que os outros estão pensando e sentindo demonstrando uma incapacidade para interpretar gestos e expressões faciais onde o mundo social parece desconcertante.

As indivíduos que apresentam transtorno do espectro autista tem dificuldades em entender os diferentes pontos de vista, ou seja, em entender que as pessoas tem diferentes pensamentos, sentimentos e objetivos influenciando com a capacidade de prever ou compreender as ações de uma outra pessoa.

É comum,  a dificuldade que eles tem em regular as emoções manifestando um comportamento imaturo com explosões de raiva, birra e chorar em situações inapropriadas que, se não tratadas, podem levar a comportamentos disruptivos, agressividade e autoagressão.

Esta perda de controle pode se manifestar em situações desconhecidas, angustiantes, frustrantes e que sobrecarregam a criança.

Read More

INCLUSÃO: A ABORDAGEM ABA: MITOS E CONTROVÉRSIAS

IMAGEM DE TRES PEÇAS DE QUEBRA CABEÇA COLRIDOS E A PALAVRA ABA ESCRITA EM CIMA

 

A ABORDAGEM ABA: MITOS E CONTROVÉRSIAS

O ABA visa a aprendizagem de habilidades e redução de comportamentos desafiadores. Os programas são altamente estruturados, cada habilidade é dividida em pequenos passos e ensinados usando instruções que são gradualmente eliminados quando os passos são dominados, além de dar repetidas oportunidades para a criança aprender e praticar as habilidades.

As habilidades são divididas em partes gerenciáveis e construída em cima de seu ambiente natural.

O ABA (Análise aplicada do comportamento), tem sido usada para ensinar a comunicação, jogo social, autocuidado, trabalho, habilidades sociais e para reduzir problemas de comportamento desde a década de 1960.

Pesquisas indicam sua eficiência na área cognitiva e de aquisição de habilidades de linguagem. Ao longo do tempo, surgiram várias abordagens apoiadas nos princípios do ABA e todas elas se baseiam em três aspectos:

- um antecedente: um estímulo verbal ou físico que pode vir do ambiente, de uma pessoa ou do interior do sujeito;

- um comportamento resultante; resposta ou falta de resposta;

- uma consequência: que depende do comportamento e pode incluir o reforço do comportamento ou não.

 

Read More

INCLUSÃO: AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO TECNOLOGIA ASSISTIVA

IMAGEM DE UM TECLADO ADAPTADO

 

                AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO TECNOLOGIA ASSISTIVA:

Algumas tecnologias de informação e comunicação, quando utilizadas na educação especial, estão interligadas aos recursos da tecnologia assistiva devido a sua estrutura e possibilidade de aplicação.

Quando utilizamos o computador para quem não tem uma escrita funcional, vídeos com legendas, em LIBRAS, close caption e leitores de tela para o acesso as informações no computador, estamos usando a tecnologia assistiva para potencializar as TIC.

Segundo Santarosa (1997), as TIC e a tecnologia assistiva se fundem nos seguintes aspectos;

  • As TIC passam a constituir-se como auxiliares na comunicação a partir do uso de comunicação aumentativa e alternativa, via computador, com a utilização de softwares especiais como BLISS, PCS, Invento e Boardmaker Speaking Dynamically Pro;
  • As TIC transformam-se em possibilidade de controle do ambiente através do uso de controles remotos, especialmente projetados para pessoas que dependem da tecnologia, para o acionamento dos produtos do ambiente;
  • As TIC tornam-se ferramentas de aprendizagem pela utilização de livros didáticos em Braille, áudio livros, vídeos com legendas, histórias infantis com adaptações narradas via computador, livros adaptados com sinais de comunicação aumentativa e alternativa e adaptações para o manuseio do livro;
  • As TIC convertem-se em ferramentas de inserção no mundo de trabalho produtivo pelas adaptações físicas, no local de trabalho, no que se refere a adaptações ambientais e de hardware;
  • As TIC tornam-se ferramenta de inserção na comunidade, com vistas a uma social produtiva, através de interpretes de LIBRAS em órgãos públicos, caixas eletrônicos adaptados a cadeiras de rodas, cabines telefônicas rebaixadas, telefones especialmente projetados para pessoas surdas, sinaleiras para cegos e audiodescrição.

Read More