INCLUSÃO: CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS – PARTE 2

FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS – PARTE 2

 

FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS - PARTE 2

 

CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA

 

CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA

 

CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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CARTELAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRA
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INCLUSÃO: O PERFIL DO PROFESSOR QUE ATENDE ALUNOS COM TRANSTORNOS NA APRENDIZAGEM E DEFICIÊNCIAS

IMAGEM DE UMA PROFESSORA ENSINANDO UM ALUNO CEGO

 

O PERFIL DO PROFESSOR QUE ATENDE ALUNOS COM TRANSTORNOS NA APRENDIZAGEM E DEFICIÊNCIAS

A educação de crianças que apresentam transtornos e deficiências na aprendizagem é um desafio que a escola atual vive diariamente.

Temos que buscar a qualidade na educação e não a quantidade oferecida. Este novo paradigma faz com o professor saia de uma postura tradicional para um novo perfil que se ajuste as diversidades humanas.

Um professor inclusivo tem que ter certas qualidades. A principal mudança na sua postura é que, a diversidade humana, nos obriga a nos despir de muitas de nossas crenças e valores. Temos que estar abertos, pois seremos invadidos. Entre estas qualidades estão:

  • Saber como motivar e despertar a curiosidade do aluno;
  • Ser o mediador na busca da sua autonomia;
  • Ter curiosidade intelectual, pois estes alunos não trazem um diagnóstico fechado, e sim, um kit de co-morbidades onde não existe uma receita pronta para lidarmos;
  • Que seja capaz de aumentar seu juízo crítico reconhecendo os pontos positivos de seu trabalho, mas analisando os seus erros, pois ninguém é perfeito;
  • Passe de solista a acompanhante estabelecendo novas relações com os alunos;
  • Que não deposite o seu amor na criança, mas sim, no seu trabalho. Quando amamos o que estamos fazendo estamos ajudando o aluno a crescer. Quando amamos o aluno a superproteção é inevitável. Isto não quer dizer que o afeto não é importante no processo de aprendizagem, mas ele deve ter uma dose certa;
  • Ajude o aluno a organizar-se, conhecer-se, a gerenciar seu conhecimento e guiar a sua mente.

A escolha do método docente deve levar em conta os seguintes fatores:

  • O professor deve determinar os objetivos cognitivos que pretende alcançar. Não adianta querer que um aluno faça atividades de classificação se ele ainda não sabe parear. Não adianta querer que alguém consiga se alfabetizar se ele não sabe parear, classificar e seriar;
  • Ao pensar no método de trabalho, temos que levar em conta se este vai proporcionar uma aprendizagem autônoma e continua. Escolher um único método e esperar que crianças autistas, disléxicas, com déficit cognitivo, surdos, cegos, paralisados cerebrais e portadoras de outros transtornos aprendem de forma igualitária é um equívoco. As peculiaridades de cada um devem ser levadas em conta;
  • Analisar qual o grau de controle sobre a aprendizagem é exercido pelos estudantes. A aprendizagem é autônoma, por transmissão, por recepção, significativa;
  • A preparação para o trabalho é importante, pois algumas crianças precisam receber os conteúdos previamente, outras necessitam de estímulos visuais extraclasse e outras de material adaptado.

 

Independente do método escolhido, o professor tem que promover a autonomia e a responsabilidade do aluno, envolver este na sua aprendizagem, atender as suas características pessoais e interesses, incentivar a negociação e a participação, estabelecer conteúdos e objetivos diversificados para a avaliação, promover a capacidade de auto avaliação, autorreflexão e pensamento crítico e ficar ciente que, muitas vezes as atividades previsíveis e de repetição não desenvolvem competências, ou seja, não ajudam o aluno a mobilizar os seus recursos cognitivos para a obtenção de um resultado.

O aluno tem que:

  • Saber agir – ter o conhecimento;
  • Saber fazer – ter habilidade;
  • Saber agir – ter competência.

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INCLUSÃO: O AUTISMO E ALGUMAS CONDIÇÕES MÉDICAS ASSOCIADAS

IMAGEM DE SETE MÃOS COLRIDAS PINTADAS DE TÊMPERA

 

O AUTISMO E ALGUMAS CONDIÇÕES MÉDICAS ASSOCIADAS

Algumas crianças com autismo têm uma condição genética identificada que afeta o desenvolvimento do cérebro. Estas doenças genéticas incluem a síndrome do X frágil, síndrome de Angelman, esclerose tuberosa e síndrome de duplicação cromossomo 15 e outras desordens de um único gene e cromossômicas.

Embora mais estudos são necessários, distúrbios de um único gene parecem afetar 15 a 20 por cento das pessoas com transtorno do espectro autista.

Problemas gastrointestinais é comum em pessoas com transtorno do espectro autista e podem afetar cerca 85% das crianças diagnosticadas. Os sintomas são os mais variados e variam de gravidade também. Nota-se uma tendência a constipação crônica ou diarreia com doença inflamatória intestinal.

A dor causada por problemas gastrointestinais pode levar a alterações comportamentais, tais como aumento da estereotipia  ou explosões de agressividade ou autoagressão.

Por outro lado, o tratamento adequado pode melhorar o comportamento e qualidade de vida

Distúrbios convulsivos, incluindo a epilepsia, ocorrer em até 39% das pessoas com autismo. É mais comum em pessoas com autismo que também apresentam deficiência intelectual do que aqueles sem podendo, estes indivíduos, experimentarem mais de um tipo de crise.

Convulsões associadas com autismo tendem a começar em qualquer idade, seja na primeira infância ou adolescência. Mas eles podem ocorrer em qualquer momento.

Os problemas do sono são comuns entre crianças e adolescentes com autismo e pode também afetar muitos adultos que apresentam dificuldades para dormir com insônia, sono agitado e dificuldades para acordar de manhã cedo.

Problemas de Processamento Sensorial também podem estar presentes e, estes indivíduos, apresentam  respostas incomuns a estímulos sensoriais. Eles têm dificuldade de processamento e integração de informações sensoriais, ou estímulos, tais como imagens, sons cheiros, gostos e / ou movimento.

Desta forma, podem experimentar estímulos aparentemente comuns e estes se tornam dolorosos, desagradáveis ou confusos. Algumas das pessoas com autismo são hipersensíveis a sons ou toque, uma condição também conhecida como defensividade sensorial. Outros estão sub-responsivo, ou hipossensível.

São exemplos de comportamentos ligadas as disfunções que ocorrem na área sensorial seriam a incapacidade de tolerar algumas roupas, cheiros e texturas, ser tocado por outras pessoas, estar em uma sala com iluminação normal e até o fato de não responder quando é chamado está vinculado as disfunções sensoriais.

Ainda podemos notar, em alguns casos, a tendência de comer coisas que não são alimentos o que, nos inicio do desenvolvimento entre os 18 e 24 meses, pela exploração do ambiente, pode ser comum no desenvolvimento de todas as crianças.

Contudo, no autismo a criança pode continuar comendo terra, argila, giz e tinta o que pode levar a problemas de saúde pela contaminação e ingestão de produtos tóxicos.

Fonte: Autism Speaks

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INCLUSÃO: ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO: CARTELAS PARA JOGOS

CARTELA PARA O JOGO DAS VOGAIS

 

ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO:CARTELAS PARA JOGOS

 

CARTELA PARA O JOGO DAS VOGAIS
CARTELA PARA O JOGO DAS VOGAIS

 

FICHA PARA O JOGO DAS VOGAIS
FICHA PARA O JOGO DAS VOGAIS

 

FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FICHA PARA O JOGO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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INCLUSÃO: O USO DE MATERIAIS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

IMAGEM DE VÁRIOS LIVROS COLORIDOS SENDO SUGADOS PARA DENTRO DE UM TABLET

 

O USO DE MATERIAIS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

Na tentativa de sairmos do ensino tradicional, introduzimos materiais digitais no ambiente escolar comprando todos os jogos que encontramos pela frente na ilusão de que estamos oferecendo uma variedade de recursos e estímulos aos nossos alunos que apresentam alguma necessidade especial.

Em muitas situações, não paramos para pensar em que tipo de material estamos adquirindo e de que forma podemos utilizá-lo a ponto de contribuir para o processo de ensino e aprendizagem.

Compramos jogos digitais sem avaliar o seu funcionamento, o efeito que a interface causa no usuário e os problemas específicos que podem ocorrer se não houver compatibilidade do material com o nosso equipamento.

É imprescindível que pais e educadores façam uma avaliação diagnóstica dos materiais usados avaliando, desta forma, os conteúdos, a possibilidade de descoberta e de interação, a possibilidade de participação e de desenvolvimento do pensamento crítico.

Se não usarmos este material, anteriormente, na hora que o aluno está utilizando não sabemos como guia-lo e como resolver as situações que se apresentam ao longo do percurso.

Os critérios ergonômicos, do material utilizado, devem ser levados em conta tais como: segurança, conforto, produtividade, forma de condução, os meios que são usados para informar, orientar e conduzir o processo, a carga de trabalho que estes exigem, qual o controle que o usuário pode ter sobre o produto, este manifesta adaptabilidade as condições físicas e cognitivas dos alunos, possibilita a gestão de erros, existe coerência com os códigos, denominações e linguagens usadas, tem compatibilidade com o sistema e é claro a ponto de incentivar a memorização.

Outro aspecto muito importante são os critérios pedagógicos onde temos que ter claro até que ponto este material está adequado aos nosso objetivos educacionais, se traz benefícios didáticos e se aborda conceitos relevantes para o nível de desenvolvimento de nossos alunos trabalhando os fatores afetivos e emocionais.

O material digital pode se ter um caráter ocupacional se não atender aos critérios comunicacionais, ou seja, se sua interface acaba não promovendo a interatividade, não se converte em material de apoio a partir do momento que tem uma navegação complicada que faz com que outras pessoas interfiram durante a atividade ou não conta com um grafismo atraente pois oferece uma organização de imagens que prejudica o aluno.

Um material digital tem que ter usabilidade, ou seja, ser eficiente, incorporar novos conceitos e aprendizagens, ser flexível, ter bom desempenho, proporcionar controle de erros, ser versátil e funcional, de fácil memorização e ter uma carga de trabalho com baixo índice de erros que levam o aluno a querer cada vez mais.

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INCLUSÃO: GRAVURAS PARA FORMAÇÃO DE PALAVRAS

GRAVURAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

GRAVURAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

GRAVURAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS
GRAVURAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS
FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS
FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS
FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS

 

FICHAS PARA A FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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FIGURAS
FIGURAS

 

FIGURAS
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FIGURAS
FIGURAS

 

FIGURAS
FIGURAS

 

FIGURAS
FIGURAS

 

FIGURAS
FIGURAS

 

FIGURAS
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ATIVIDADE DA LOJA DO MESTRE ANDRÉ
ATIVIDADE DA LOJA DO MESTRE ANDRÉ

 

ATIVIDADE DA LOJA DO MESTRE ANDRÉ
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INCLUSÃO: O AUTISMO E AS CONDIÇÕES MÉDICAS

IMAGEM DE UM MENINO TAPANDO OS OUVIDOS COM A PALAVRA AUTISM ESCRITA ABAIXO

 

O AUTISMO E AS CONDIÇÕES MÉDICAS

 Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) relata que as crianças com autismo, ou outros transtornos do desenvolvimento, tem maiores chances de apresentar algumas condições médicas associadas tais como:

* 1,8 vezes mais propensos do que as crianças sem deficiências de desenvolvimento a ter asma,;

* 1,6 vezes mais propensas a ter eczema ou alergias de pele;

* 1,8 vezes mais propensas a ter alergias alimentares;

* 2,2 vezes mais propensos a ter fortes dores de cabeça crônicas;

* 3,5 vezes mais chances de ter diarréia crônica ou colite (inflamação do cólon).

Muitas pessoas afetadas pelo transtorno do espectro autista tem dificuldade em adormecer e manter o sono durante a noite. Isto tem sido mais estudado em crianças com TEA com pesquisas que sugerem que os problemas do sono crônico podem afetar até quatro em cada cinco. Os problemas do sono mais comuns envolvem dificuldade em adormecer e constante despertar durante a noite. Algumas crianças têm prolongado despertares noturnos ou despertar muito cedo pela manhã.

Sabemos que o sono interrompido e insuficiente pode resultar em sonolência diurna, problemas de aprendizagem e problemas comportamentais, tais como hiperatividade, desatenção e agressão.

Existem muitas razões potenciais para a falta de sono em crianças com transtorno do espectro autista, incluindo causas neurológicas, comportamentais e problemas médicos. Alguns estudos iniciais sugeriram alterações nos sistemas cerebrais que regulam o sono. Alguns estão olhando para os níveis de hormônios como a melatonina, que é conhecido por afetar o sono.

Os problemas de sono decorrem de diversos fatores, tais como: a falta de um rotina de sono regular, vários despertares noturnos que dificultam  retomada do sono, problemas médicos, refluxo gastrointestinais, epilepsia, ansiedade, entre outros.

Para ajudar o autista a dormir melhor podemos adotar hábitos como horário certo para dormir e acordar, cuidar a luminosidade mantendo uma luz baixa, dormir de 7 a 8 horas por noite, desligar computadores e televisores 30 minutos antes de dormir, oferecer um lanche leve antes de dormir.

Fonte: Autism Speaks

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INCLUSÃO: DISPRAXIA

imagem de três crianças sentadas no chão brincando

 

DISPRAXIA

 

A dispraxia é uma disfunção motora neurológica que impede o cérebro de desempenhar os movimentos corretamente. É a chamada “síndrome do desastrado”, pois essas crianças costumam quebrar objetos, tropeçar e cair sem motivo aparente. Costuma ser diagnosticada entre os 3 e os 5 anos.

Os principais sintomas são:a falta de coordenação motora que pode ser observada nas atividades e brincadeiras do dia a dia;

  • a dificuldade em se orientar em determinado espaço,
  • dificuldades de aprendizagem onde a expressão escrita é a mais prejudicada sendo que, o uso do computador deve ser muito estimulado para superar as dificuldades escolares;
  • lentidão na hora de falar;
  • falta de força muscular.

A criança “dispráxica” tem uma falta de organização do movimento. É possível confundir-se, às vezes, com a debilidade motora, por isto é necessário a realização de um diagnóstico diferencial por equipe multidisciplinar.
A causa pode estar relacionada a  hereditariedade e traumas ou lesões sofridos pelo cérebro, que o impedem de funcionar de maneira normal.

As maiores alterações podem ser notadas na organização do esquema corporal, na orientação espacial e temporal.

A criança deve ser atendida por profissionais da área da terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia onde deve ser estimulado o equilíbrio, aspectos emocionais (autonomia e segurança) visando um melhor desempenho nas atividades de vida diária.

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